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Meio Ambiente

Bioeconomia: Fundo de R$ 100 milhões para a Amazônia terá novas regras de acesso

Entre as mudanças, foi eliminada a exigência de faturamento mínimo de R$ 4,8 milhões para as proponentes, permitindo a participação de empresas de todos os portes.

Finep amplia acesso a R$ 100 milhões para bioeconomia na Amazônia com novas regras
Entre as mudanças, foi eliminada a exigência de faturamento mínimo de R$ 4,8 milhões para as proponentes, permitindo a participação de empresas de todos os portes. (Foto: Reprodução)

A Finep anunciou mudanças na Chamada Finep Amazônia – Bioeconomia e Desenvolvimento Regional, que disponibiliza R$ 100 milhões em recursos de subvenção econômica do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A iniciativa busca financiar projetos de empresas com sede ou filial na Amazônia Legal, promovendo o desenvolvimento sustentável e a inovação na região.

Entre as principais alterações, a Finep eliminou a exigência de faturamento mínimo de R$ 4,8 milhões para as empresas proponentes, tornando o acesso aos recursos mais democrático e permitindo a participação de empresas de todos os portes. Além disso, o valor mínimo financiado pela Finep foi reduzido de R$ 3 milhões para R$ 2 milhões, ampliando as oportunidades para negócios de menor porte que desejam investir em tecnologia e inovação na Amazônia.

O objetivo das mudanças é aumentar o alcance da chamada e fortalecer a economia da região, que se destaca pela sua vasta sociobiodiversidade e importância ambiental. A Amazônia Legal abrange nove estados brasileiros e representa aproximadamente 59% do território nacional. No entanto, apesar de sua relevância para a regulação do clima e dos ciclos hidrológicos globais, a região enfrenta desafios significativos, como o desmatamento, a precariedade da infraestrutura e dificuldades na implementação de tecnologias sustentáveis.

A chamada está disponível em fluxo contínuo no site da Finep, permitindo que empresas submetam suas propostas a qualquer momento. O programa visa não apenas impulsionar o avanço tecnológico, mas também fomentar práticas de conservação ambiental, incentivar o uso sustentável dos recursos naturais e remover barreiras que dificultam o desenvolvimento das comunidades locais. Dessa forma, a iniciativa busca consolidar uma bioeconomia inovadora e inclusiva, gerando impactos positivos para a economia e o meio ambiente.

Agência Gov

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