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	<title>Arquivo de Amazônia - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de Amazônia - Notícias de Manaus</title>
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		<title>Bioeconomia: Fundo de R$ 100 milhões para a Amazônia terá novas regras de acesso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 11:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Finep anunciou mudanças na Chamada Finep Amazônia – Bioeconomia e Desenvolvimento Regional, que disponibiliza R$ 100 milhões em recursos de subvenção econômica do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). A iniciativa busca financiar projetos de empresas com sede ou filial na Amazônia Legal, promovendo o desenvolvimento sustentável e a inovação na região. Entre as principais alterações, a Finep eliminou a exigência de faturamento mínimo de R$ 4,8 milhões para as empresas proponentes, tornando o acesso aos recursos mais democrático e permitindo a participação de empresas de todos os portes. Além disso, o valor mínimo financiado pela Finep foi reduzido de R$ 3 milhões para R$ 2 milhões, ampliando as oportunidades para negócios de menor porte que desejam investir em tecnologia e inovação na Amazônia. O objetivo das...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Finep anunciou mudanças na Chamada Finep Amazônia – Bioeconomia e Desenvolvimento Regional, que disponibiliza R$ 100 milhões em recursos de subvenção econômica do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (<a href="http://www.finep.gov.br/chamadas-publicas/chamadaspublicas?situacao=aberta">FNDCT</a>). A iniciativa busca financiar projetos de empresas com sede ou filial na Amazônia Legal, promovendo o desenvolvimento sustentável e a inovação na região.</p>
<p>Entre as principais alterações, a Finep eliminou a exigência de faturamento mínimo de R$ 4,8 milhões para as empresas proponentes, tornando o acesso aos recursos mais democrático e permitindo a participação de empresas de todos os portes. Além disso, o valor mínimo financiado pela Finep foi reduzido de R$ 3 milhões para R$ 2 milhões, ampliando as oportunidades para negócios de menor porte que desejam investir em tecnologia e inovação na Amazônia.</p>
<p>O objetivo das mudanças é aumentar o alcance da chamada e fortalecer a economia da região, que se destaca pela sua vasta sociobiodiversidade e importância ambiental. A Amazônia Legal abrange nove estados brasileiros e representa aproximadamente 59% do território nacional. No entanto, apesar de sua relevância para a regulação do clima e dos ciclos hidrológicos globais, a região enfrenta desafios significativos, como o desmatamento, a precariedade da infraestrutura e dificuldades na implementação de tecnologias sustentáveis.</p>
<p>A chamada está disponível em fluxo contínuo no site da Finep, permitindo que empresas submetam suas propostas a qualquer momento. O programa visa não apenas impulsionar o avanço tecnológico, mas também fomentar práticas de conservação ambiental, incentivar o uso sustentável dos recursos naturais e remover barreiras que dificultam o desenvolvimento das comunidades locais. Dessa forma, a iniciativa busca consolidar uma bioeconomia inovadora e inclusiva, gerando impactos positivos para a economia e o meio ambiente.</p>
<p>Agência Gov</p>
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		<title>Relatório brasileiro alerta para influência das queimadas no Brasil com degelo recorde na Antártica</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/relatorio-brasileiro-alerta-para-influencia-das-queimadas-no-brasil-com-degelo-recorde-na-antartica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 12:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Degelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) revelou o maior declínio da história na cobertura de gelo marinho nas regiões polares em 2023 e 2024. O estudo destaca que áreas de degelo, equivalentes a grandes países europeus, estão diretamente ligadas às mudanças climáticas globais, com influência significativa das queimadas no Brasil, especialmente na Amazônia. Rodrigo Goldenberg Barbosa, pesquisador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), explica que o chamado &#8220;carbono negro&#8221;, gerado pelos incêndios na floresta, é transportado por &#8220;rios atmosféricos&#8221; até a Antártica, agravando o derretimento. &#8220;É como se fosse um grande ciclo, um influencia o outro. O ‘carbono negro’ diminui a capacidade de refletir o sol, absorvendo ainda mais calor e facilitando o degelo&#8221;, detalhou Barbosa. O relatório, intitulado &#8220;O Declínio Recorde do Gelo Marinho em...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um relatório do Programa Antártico Brasileiro (<a href="https://www.marinha.mil.br/secirm/pt-br/proantar/sobre">Proantar</a>) revelou o maior declínio da história na cobertura de gelo marinho nas regiões polares em 2023 e 2024. O estudo destaca que áreas de degelo, equivalentes a grandes países europeus, estão diretamente ligadas às mudanças climáticas globais, com influência significativa das queimadas no Brasil, especialmente na Amazônia.</p>
<p>Rodrigo Goldenberg Barbosa, pesquisador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), explica que o chamado &#8220;carbono negro&#8221;, gerado pelos incêndios na floresta, é transportado por &#8220;rios atmosféricos&#8221; até a Antártica, agravando o derretimento.</p>
<blockquote><p>&#8220;É como se fosse um grande ciclo, um influencia o outro. O ‘carbono negro’ diminui a capacidade de refletir o sol, absorvendo ainda mais calor e facilitando o degelo&#8221;, detalhou Barbosa.</p></blockquote>
<p>O relatório, intitulado <strong>&#8220;O Declínio Recorde do Gelo Marinho em 2023-2024: Um Alerta para o Planeta&#8221;</strong>, destaca que, em 2023, a Antártica registrou a menor cobertura de gelo marinho desde o início dos registros, em 1979. Já em 2024, a extensão de gelo atingiu a segunda menor marca histórica, com um déficit de <strong>898.000 km²</strong>, equivalente aos territórios somados da França e Alemanha.</p>
<h4><strong>Impactos no Ártico e Clima Global</strong></h4>
<p>No Ártico, a situação é igualmente alarmante: em 2024, a redução da cobertura de gelo foi de <strong>1.994.000 km²</strong>, superando a área de sete países europeus combinados. Esses números estão diretamente relacionados ao fato de 2024 ter sido o ano mais quente já registrado, ultrapassando o recorde de 2023.</p>
<p>O professor Ronaldo Christofoletti, coordenador do projeto Com-ANTAR e do relatório, reforça que o degelo nas regiões polares é um reflexo direto do aquecimento global.</p>
<blockquote><p>&#8220;O degelo recorde, assim como o fato de 2024 ser o ano mais quente da história, reforça os alertas sobre os impactos das mudanças climáticas&#8221;, afirmou Christofoletti.</p></blockquote>
<h4><strong>Limites climáticos</strong></h4>
<p>O estudo também aponta que, em 2024, o aquecimento global ultrapassou o limite de <strong>1,5°C</strong> em relação aos níveis pré-industriais, estabelecido pelo Acordo de Paris. A quebra desse marco é considerada um alerta crítico pelos cientistas, dado seu impacto nos ecossistemas polares e no equilíbrio climático global.</p>
<p>O gelo marinho, além de fornecer habitat essencial para diversas espécies, desempenha um papel crucial no efeito albedo, refletindo a luz solar de volta ao espaço e ajudando a regular a temperatura do planeta.</p>
<h4><strong>Ciclo do degelo e desastres ambientais</strong></h4>
<p>O relatório destaca ainda como o declínio do gelo marinho tem contribuído para desastres ambientais e a desregulação do ciclo hídrico. A perda acelerada de gelo nas regiões polares impacta diretamente o nível do mar, os padrões climáticos e a biodiversidade global, criando um ciclo vicioso de aquecimento e degelo.</p>
<p>Com as queimadas na Amazônia contribuindo para essa crise, os especialistas reforçam a necessidade de ações globais integradas para mitigar o impacto das mudanças climáticas e preservar os ecossistemas mais vulneráveis do planeta.</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa aponta altos níveis de mercúrio em peixes da bacia Amazônica</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/pesquisa-aponta-altos-niveis-de-mercurio-em-peixes-da-bacia-amazonica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 20:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Garimpo Ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Mercúrio]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[UEA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) revelou preocupantes níveis de contaminação por mercúrio em peixes da Bacia do Rio Madeira. Amostras coletadas entre os municípios de Humaitá e Manicoré indicaram concentrações do metal pesado até seis vezes acima do limite permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As espécies mais contaminadas foram o jaraqui e a branquinha, com níveis de mercúrio que dobram o permitido. O estudo também identificou a presença do metal em peixes forrageiros, que integram a base da cadeia alimentar aquática, indicando uma contaminação generalizada do ecossistema. O mercúrio é altamente tóxico, acumulando-se no organismo humano e podendo causar graves danos ao sistema nervoso, rins e coração. As populações ribeirinhas, que dependem diretamente do consumo de pescado, estão especialmente vulneráveis a esses efeitos....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) revelou preocupantes níveis de contaminação por mercúrio em peixes da Bacia do Rio Madeira. Amostras coletadas entre os municípios de Humaitá e Manicoré indicaram concentrações do metal pesado até seis vezes acima do limite permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>As espécies mais contaminadas foram o jaraqui e a branquinha, com níveis de mercúrio que dobram o permitido. O estudo também identificou a presença do metal em peixes forrageiros, que integram a base da cadeia alimentar aquática, indicando uma contaminação generalizada do ecossistema.</p>
<p>O mercúrio é altamente tóxico, acumulando-se no organismo humano e podendo causar graves danos ao sistema nervoso, rins e coração. As populações ribeirinhas, que dependem diretamente do consumo de pescado, estão especialmente vulneráveis a esses efeitos.</p>
<p>O principal responsável pela contaminação na região é o garimpo, onde o mercúrio é amplamente utilizado na extração de ouro. A substância contamina rios, solos e a biodiversidade local. Outras fontes incluem emissões industriais e a queima de combustíveis fósseis.</p>
<p>Os pesquisadores da <a href="http://www.uea.edu.br/">UEA</a> alertam para a necessidade de intensificar o monitoramento da qualidade da água e dos peixes na região. Além disso, recomendam políticas públicas que combatam o garimpo ilegal e promovam alternativas econômicas sustentáveis para as comunidades ribeirinhas.</p>
<p>Educação ambiental e campanhas para conscientizar a população sobre os riscos do consumo de peixes contaminados também são essenciais. Essas medidas visam reduzir a exposição ao mercúrio e mitigar os impactos sobre a saúde humana e o meio ambiente.</p>
<p>A pesquisa da UEA é um passo crucial para compreender a extensão da contaminação por mercúrio na Amazônia. Os dados obtidos orientarão a formulação de políticas públicas e a criação de um plano de ação voltado à recuperação dos ecossistemas e à proteção da saúde das populações locais.</p>
<p>Com a divulgação dos resultados, espera-se um esforço conjunto de governos, organizações e comunidades para enfrentar a crise ambiental e sanitária que ameaça a Bacia do Rio Madeira.</p>
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		<item>
		<title>Joe Biden confirma visita a Manaus para encontro com líderes indígenas e ações pela preservação da Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/joe-biden-confirma-visita-a-manaus-para-encontro-com-lideres-indigenas-e-acoes-pela-preservacao-da-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 11:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Biden]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fará uma visita histórica a Manaus nos próximos dias 17 a 19 de novembro, como parte de sua agenda oficial no Brasil. Durante sua estadia na capital amazonense, Biden se concentrará em questões ambientais, com foco na preservação da Amazônia e no apoio a iniciativas voltadas à proteção da floresta e às populações locais. De acordo com o comunicado emitido pelo governo dos Estados Unidos, a visita de Biden a Manaus será marcada pela primeira vez que um presidente dos EUA visita a região amazônica. Durante a passagem pela cidade, o presidente americano se reunirá com líderes locais, representantes de comunidades indígenas e outros grupos que trabalham ativamente para proteger a floresta tropical, uma das maiores reservas naturais do planeta e crucial para...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fará uma visita histórica a Manaus nos próximos dias 17 a 19 de novembro, como parte de sua agenda oficial no Brasil. Durante sua estadia na capital amazonense, Biden se concentrará em questões ambientais, com foco na preservação da Amazônia e no apoio a iniciativas voltadas à proteção da floresta e às populações locais.</p>
<p>De acordo com o comunicado emitido pelo governo dos Estados Unidos, a visita de Biden a Manaus será marcada pela primeira vez que um presidente dos EUA visita a região amazônica. Durante a passagem pela cidade, o presidente americano se reunirá com líderes locais, representantes de comunidades indígenas e outros grupos que trabalham ativamente para proteger a floresta tropical, uma das maiores reservas naturais do planeta e crucial para o equilíbrio climático global.</p>
<p>A agenda de Biden em Manaus destaca a crescente parceria entre os EUA e o Brasil no combate às mudanças climáticas e na promoção de sustentabilidade. A visita será uma oportunidade para o presidente dos EUA ouvir diretamente as preocupações das comunidades locais e discutir formas de apoio aos esforços de preservação, especialmente em um momento em que a Amazônia enfrenta crescentes ameaças, como desmatamento ilegal e atividades predatórias.</p>
<p>Além do aspecto ambiental, a visita de Biden também está ligada à ampliação das parcerias para enfrentar questões globais mais amplas, como fome, pobreza e desigualdade social. A presença do presidente americano em Manaus demonstra a importância que a administração de Biden atribui à preservação da Amazônia e ao fortalecimento das relações bilaterais entre os dois países em torno de temas ambientais.</p>
<p>Este encontro com líderes indígenas e outros protagonistas da preservação ambiental será um marco para as relações entre os EUA e o Brasil, especialmente após a confirmação de que o governo dos Estados Unidos aderirá à Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, conforme anunciado na conversa entre Biden e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p>A <a href="https://noticiasdemanaus.com/aviao-cargueiro-dos-eua-chega-a-manaus-para-preparativos-da-visita-de-joe-biden/">visita</a> também ocorre em um contexto de renovação do compromisso dos Estados Unidos com os direitos humanos e o desenvolvimento sustentável no Brasil, destacando a necessidade de ação internacional coordenada para proteger ecossistemas vitais como a Amazônia, fundamental para o equilíbrio do clima global.</p>
<p>Joe Biden em Manaus será, portanto, uma oportunidade única para discutir as questões ambientais mais urgentes, reforçar os laços entre os países e promover soluções conjuntas para a preservação da floresta amazônica, um patrimônio natural de importância vital para o mundo.</p>
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		<item>
		<title>Joe Biden pode visitar Manaus com Lula antes de encontro do G20</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/joe-biden-pode-visitar-manaus-com-lula-antes-de-encontro-do-g20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 20:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, deve visitar a Amazônia em novembro, acompanhado pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, segundo informações de fontes próximas divulgadas pela agência Reuters. A visita ocorreria nos dias 16 ou 17 de novembro, após Biden participar da Cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) e antes de sua ida ao encontro do G20. De acordo com as fontes, Biden faria uma parada em uma das cidades amazônicas, Manaus (AM) ou Belém (PA). A ideia foi inicialmente discutida entre Biden e Lula em setembro, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York. Na ocasião, Biden demonstrou interesse em conhecer a Amazônia, e a visita substituiria um encontro oficial entre os dois líderes, que estava previsto para ocorrer em Washington. A visita marca...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, deve visitar a Amazônia em novembro, acompanhado pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, segundo informações de fontes próximas divulgadas pela agência Reuters. A visita ocorreria nos dias 16 ou 17 de novembro, após Biden participar da Cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec) e antes de sua ida ao encontro do G20.</p>
<p>De acordo com as fontes, Biden faria uma parada em uma das cidades amazônicas, Manaus (AM) ou Belém (PA). A ideia foi inicialmente discutida entre Biden e Lula em setembro, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York. Na ocasião, Biden demonstrou interesse em conhecer a Amazônia, e a visita substituiria um encontro oficial entre os dois líderes, que estava previsto para ocorrer em Washington.</p>
<p>A visita marca um momento simbólico nas relações entre Brasil e Estados Unidos, focando nas questões ambientais e na preservação da floresta amazônica, um tema de destaque na agenda internacional de ambos os países. A escolha de Manaus ou Belém será baseada na viabilidade logística e, até o momento, Manaus parece ser a cidade mais cotada para receber os presidentes.</p>
<p>Embora a viagem de Biden ainda não esteja 100% confirmada, o governo norte-americano já começou a preparar a visita. Depois do G20, Lula ainda terá outro compromisso importante: receber o presidente chinês Xi Jinping para uma visita de Estado em Brasília.</p>
<p>A agenda ambiental entre Biden e <a href="https://noticiasdemanaus.com/lula-nomeia-maria-benigno-como-juiza-substituta-do-tre-am/">Lula</a> tem ganhado destaque desde os primeiros encontros entre os dois líderes, reforçando a importância da Amazônia no cenário global e o papel do Brasil na preservação ambiental.</p>
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		<item>
		<title>Seca de rios favorece caça e pesca ilegais na Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/seca-de-rios-favorece-caca-e-pesca-ilegais-na-amazonia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 12:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Estiagem]]></category>
		<category><![CDATA[pesca ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor de fiscalização ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Johnatan Santos, declarou em entrevista à TV Brasil, que a estiagem intensificada pela mudança climática tem favorecido a intensificação da caça e pesca ilegais de espécies amazônicas ameaçadas de extinção. “Em virtude da baixa da água, a visualização se torna mais fácil pelos criminosos que conseguem capturar os animais de forma rápida”, diz. A declaração foi feita após a apreensão de um de peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis) abatido na orla do Rio Tefé, no estado do Amazonas, na última terça-feira (27). A operação promovida pelo órgão ambiental apreendeu ainda 422 kg de carne de pirarucu (Arapaima gigas) que estaria sendo comercializada na Feira Municipal de Tefé, sem comprovação de procedência de manejo autorizado. De...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O diretor de fiscalização ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Johnatan Santos, declarou em entrevista à TV Brasil, que a estiagem intensificada pela mudança climática tem favorecido a intensificação da caça e pesca ilegais de espécies amazônicas ameaçadas de extinção.</p>



<p>“Em virtude da baixa da água, a visualização se torna mais fácil pelos criminosos que conseguem capturar os animais de forma rápida”, diz.</p>



<p>A declaração foi feita após a apreensão de um de peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis) abatido na orla do Rio Tefé, no estado do Amazonas, na última terça-feira (27).</p>



<p>A operação promovida pelo órgão ambiental apreendeu ainda 422 kg de carne de pirarucu (Arapaima gigas) que estaria sendo comercializada na Feira Municipal de Tefé, sem comprovação de procedência de manejo autorizado.</p>



<p>De acordo com Santos, a intensificação da ação predatória representa uma ameaça de extinção efetiva desses animais em médio e longo prazo.</p>



<p>“Se o peixe-boi for extinto, ocasionará um desequilíbrio enorme no ecossistema aquático. Uma vez que o peixe-boi tem [seu papel na] cadeia alimentar”, explica.</p>



<p>A denúncia dos crimes partiu de organizações não governamentais e da unidade do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) que atua na região e segundo o Ibama, já resultaram na aplicação de R$ 12 mil em autuações.</p>



<p>“O Ibama monitora os rios em conjunto com outros órgãos, monitorando a qualidade da água, a temperatura e recebendo informações da vazão desses rios. Além disso, é claro, realizando a fiscalização de ações que possam piorar a situação, não somente dos níveis da água, mas principalmente da fauna aquática e do garimpo ilegal que tem modificado o curso dos rios onde operam”, explica Santos.</p>



<p>O trabalho dos órgãos de fiscalização tem apontado que os infratores utilizam redes de pesca malhadeira, arpões, martelos e até armas de fogo na caça e pesca ilegais. Depois, a carne desses animais é levada para o corte em locais sem autorização sanitária, para ser disponibilizada no comércio.</p>



<p>“O Ibama tem realizado ações de fiscalização em ponto estratégicos onde a caça tem maior número e riscos ao equilíbrio de vida desse animais”, diz o diretor.</p>



<p>Segundo Santos, devido às dimensões da Bacia do Amazonas é necessário que volte a chover em toda a região, para que os rios recuperem o volume de água e superem a mínima histórica observada em várias regiões da Amazônia.</p>



<p>“Esperamos que a partir de fim de outubro a chuva chegue e os rios possam voltar aos seus níveis normais”, conclui Santos.</p>



<p><strong>Agência Brasil</strong></p>



<p>Foto: Rafa Neddemayer/Agência Brasil</p>
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		<title>Emissão de gases do efeito estufa por queimadas na Amazônia cresce 60% em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 18:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Estufa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As queimadas na Amazônia, de junho a agosto deste ano, resultaram em uma emissão de gases do efeito estufa 60% maior do que a observada no mesmo período do ano passado. De acordo com pesquisa divulgada pelo Observatório do Clima, os incêndios na região emitiram 31,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO²) equivalente na atmosfera. O valor, segundo o Observatório do Clima, se aproxima do total emitido pela Noruega em um ano (32,5 milhões de toneladas). Ane Alencar, diretora científica do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), que fez o cálculo das emissões que consta no levantamento do Observatório do Clima, destaca que os dados ainda não consideram as queimadas ocorridas em setembro. “O pior, infelizmente, está acontecendo agora, em setembro”, afirma. Dos 2,4 milhões de hectares...</p>
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<p>As queimadas na Amazônia, de junho a agosto deste ano, resultaram em uma emissão de gases do efeito estufa 60% maior do que a observada no mesmo período do ano passado. De acordo com pesquisa divulgada pelo Observatório do Clima, os incêndios na região emitiram 31,5 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO²) equivalente na atmosfera.</p>



<p>O valor, segundo o Observatório do Clima, se aproxima do total emitido pela Noruega em um ano (32,5 milhões de toneladas).</p>



<p>Ane Alencar, diretora científica do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (<strong><a href="https://ipam.org.br/en/">Ipam</a></strong>), que fez o cálculo das emissões que consta no levantamento do Observatório do Clima, destaca que os dados ainda não consideram as queimadas ocorridas em setembro. “O pior, infelizmente, está acontecendo agora, em setembro”, afirma.</p>



<p>Dos 2,4 milhões de hectares incendiados no período de junho a agosto, segundo o Observatório do Clima, 700 mil correspondiam a florestas, cuja queima emitiu 12,7 milhões de toneladas de CO² equivalente.</p>



<p>De acordo com o levantamento, mesmo depois da extinção dos incêndios, as emissões seguirão por alguns anos, devido à decomposição da matéria orgânica queimada, a chamada emissão tardia.</p>



<p>Estima-se que na próxima década, a vegetação destruída por esses incêndios emitirá mais 2 a 4 milhões de toneladas de CO² equivalente.</p>



<p>Além das emissões tardias, os incêndios também fragilizam as florestas e propiciam incêndios ainda mais intensos em anos seguintes.</p>



<p>“Quando a floresta queima a primeira vez, ela fica mais suscetível a outros incêndios. As árvores perdem as folhas, caem, quebram outras árvores. Com isso, passa a ter mais material combustível no chão. Além disso o ar quente entra mais na floresta. Enfim, ela fica mais inflamável. Quando o segundo fogo vem, ele é mais intenso e vai emitir bem mais [gases do efeito estufa]”, eplica Ane.</p>



<p>Segundo Marcos Freitas, coordenador do Instituto Virtual de Mudanças Globais (Ivig), vinculado ao Instituto de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), as queimadas na Amazônia provocam mais emissões por causa de uma maior concentração de biomassa por área.</p>



<p>“Os outros ecossistemas, como o Cerrado, acabam tendo menos biomassa por hectare e, portanto, menos CO². Na Amazônia, a gente trabalha com 250 a 300 toneladas de carbono por hectare”, diz. “Outros colegas estão muito preocupados de a gente ultrapassar os 20% [de desmatamento, em relação ao total da área original] da floresta [amazônica] e você ter uma perda de evapotranspiração muito elevada, e isso provocar um aumento da seca”, afirma.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Efeito estufa</strong></h6>



<p>Os gases do efeito estufa são aqueles que têm a capacidade de aprisionar o calor do sol na atmosfera terrestre. A unidade de medida usada para as emissões chama-se CO² equivalente porque o dióxido de carbono não é o único desses gases. Outros, como o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O), têm capacidades ainda maiores de aprisionamento de calor, de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).</p>



<p>Uma tonelada de metano na atmosfera, por exemplo, equivale a mais de 20 toneladas de CO², em termos de retenção de calor num período de 100 anos, ou seja, mais de 20 toneladas de CO² equivalente. No caso de uma tonelada de óxido nitroso, a equivalência chega a quase 300 toneladas de dióxido de carbono em 100 anos.</p>



<p>A atmosfera é constituída principalmente por nitrogênio (N2) e oxigênio (O2), que respondem por mais de 99% da composição do ar, mas que não têm capacidade de retenção de calor.</p>



<p>Por outro lado, mesmo respondendo por menos de 0,1% da composição da atmosfera, os gases do efeito estufa são capazes, junto com o vapor d’água, de regular a temperatura terrestre, elevando-a quando sua concentração sobe ou reduzindo-a quando sua participação na composição atmosférica diminui.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Mitigação</strong></h6>



<p>Ao jogar na atmosfera milhões de toneladas de gases do efeito estufa, as queimadas são uma contrabalança aos esforços do país em reduzir suas emissões. A diretora científica do Ipam ressalta que esses 31 milhões de toneladas nem sequer serão contabilizados no inventário de emissões de gases do efeito estufa. Isso porque apenas os incêndios relacionados ao desmatamento para transformação da cobertura do solo ou nas culturas de cana e algodão precisam ser calculados.</p>



<p>“É preciso que isso comece a ser levado em consideração, porque a pressão é muito grande sobre o ecossistema”, conclui o coordenador do Ivig.</p>



<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Mais de 1 mil comunidades indígenas da Amazônia já têm internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Sep 2024 16:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades Indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Conexão Povos da Floresta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 1 mil comunidades indígenas, quilombolas, extrativistas e ribeirinhas da Amazônia já estão conectadas em rede de internet. A marca foi alcançada em agosto pelo projeto Conexão dos Povos da Floresta, que visa levar inclusão, segurança e empoderamento digital às comunidades pela conectividade. Entre as beneficiadas está a terra quilombola Vila São José do Gurupi, localizada no Pará. O projeto já conectou quatro comunidades quilombolas. A chegada da internet proporciona novas oportunidades de estudo e trabalho aos moradores. &#8220;Estão surgindo novas oportunidades que eu não tive para estudar, para fazer um curso técnico. Está sendo muito positivo. É um projeto maravilhoso para mim e para a comunidade também. Com o projeto, a gente só tem a crescer”, contou a assistente social Thaís Ribeiro à Agência Brasil. Já Alberico Manchineri,...</p>
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<p>Mais de 1 mil comunidades indígenas, quilombolas, extrativistas e ribeirinhas da Amazônia já estão conectadas em rede de internet. A marca foi alcançada em agosto pelo projeto Conexão dos Povos da Floresta, que visa levar inclusão, segurança e empoderamento digital às comunidades pela conectividade.</p>



<p>Entre as beneficiadas está a terra quilombola Vila São José do Gurupi, localizada no <a href="https://www.pa.gov.br/">Pará</a>. O projeto já conectou quatro comunidades quilombolas. A chegada da internet proporciona novas oportunidades de estudo e trabalho aos moradores. &#8220;Estão surgindo novas oportunidades que eu não tive para estudar, para fazer um curso técnico. Está sendo muito positivo. É um projeto maravilhoso para mim e para a comunidade também. Com o projeto, a gente só tem a crescer”, contou a assistente social Thaís Ribeiro à Agência Brasil.</p>



<p>Já Alberico Manchineri, liderança indígena da Aldeia Extrema na Terra Indígena Mamoadate, situada no Acre, relata que os alunos podem estudar à distância, concluir o ensino médio e cursos técnicos, como de enfermagem e de informática. “Os barcos de alumínio estão não só levando fiscalização para nossos parentes isolados, mas também levando saúde. E não só isso, mas também o conhecimento da própria tecnologia”, disse à Agência Brasil.</p>



<p>As comunidades recebem um kit de conectividade que inclui roteador de alta capacidade, antena de internet banda larga via satélite, celular e computador. As comunidades sem acesso à fonte estável de energia recebem também um kit de energia solar, com placas fotovoltaicas e um sistema de baterias de longa duração, que permite manter a rede funcionando 24 horas por dia.</p>



<p>Criado em 2022 e implantado em janeiro de 2023, o projeto Conexão Povos da Floresta é liderado pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e pelo Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), em parceria com mais de 30 organizações da sociedade civil, instituições e empresas .</p>



<p>A meta é conectar em rede, por meio de internet banda larga, 4.537 comunidades em territórios protegidos da Amazônia Legal, considerados guardiões da floresta, até 2025. Essas comunidades vivem em cerca de um terço das florestas conservadas do Brasil, de acordo com dados do Instituto Socioambiental (ISA), que são responsáveis pela preservação de 42,3% da vegetação nativa.</p>



<p>“A gente estrutura essa rede para trazer a consciência e dar a conectividade significativa, que é a tecnologia para além de um ponto de conexão. Todas as tecnologias que a gente usa e traz para o contexto deste projeto visam mostrar como utilizar essa tecnologia para que ela seja apropriada para conhecimento dos povos da floresta para desenvolverem o que vai fazer mais sentido no desenvolvimento e autonomia dos próprios territórios”, explica a secretária-executiva do Conexão Povos da Floresta, Juliana Dib Rezende.</p>



<p>Atualmente, há instalações simultâneas, por meio de diversos parceiros, em todos os estados da Amazônia.</p>



<p>Outra atuação do projeto é o empoderamento digital, que são as ferramentas e soluções desenvolvidas no âmbito do projeto, para que sejam entregues e disponibilizadas às comunidades.</p>



<p>A secretária-executiva salientou que os principais pilares do projeto são saúde, educação, proteção territorial, empreendedorismo, cultura e ancestralidade, ou seja, mostrar como a tecnologia serve a todos esses pilares. “Vai ser um processo de entendimento como a gente vai conectar todos os povos da floresta em rede, que são os principais guardiões da floresta. Onde existem esses territórios, existe conservação da floresta”.</p>



<p>Estima-se que há mais de 8 mil comunidades que habitam esses territórios protegidos. “A gente espera que o projeto seja perene e que a gente tenha uma articulação junto com as políticas públicas e que consiga trazer conectividade em rede para todos os povos da floresta, mantendo sempre a parceria com as empresas e instituições públicas e privadas”, apontou.</p>



<p>Outra meta do projeto é trazer o conceito da responsabilidade do uso da internet, trazer o processo de autonomia na gestão dessa conectividade nas comunidades, através do entendimento de que a conectividade é estruturada para ser usada coletivamente e, também, ser uma ferramenta de transformação social. “Hoje em dia, a conectividade vai além de uma simples ferramenta de comunicação. A partir do momento de ter entendimento e responsabilidade sobre o uso dessas tecnologias pelo lado dos povos da floresta, tem um campo muito grande de desenvolvimento aí. Por isso, a gente foca bastante no contexto do GT (grupo de trabalho) de educação em trazer os principais conhecimentos sobre o bom uso e o uso consciente dessas tecnologias”.</p>



<p>O projeto conta com investimentos privados do Fundo Vale, do Bradesco, do Itaú, da Azul, entre outras empresas. Há ainda aportes financeiros de organizações sociais como o Instituto Clima e Sociedade (ICS) e o Instituto Arapyaú, além do governo do Reino Unido.</p>



<p>A primeira instalação da fase-piloto foi realizada em março de 2023, na Terra Indígena (TI) Yanomami. A mais recente instalação do kit de conexão ocorreu na comunidade Serafina, em Curralinho (PA), na Reserva Extrativista (Resex) Terra Grande-Pracuúba. Já são mais de 27 mil usuários cadastrados e uma população diretamente beneficiada de cerca de 81 mil pessoas.</p>



<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Mancha de fogo encobre mais de 500 km de extensão da Amazônia, apontam imagens de satélite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 18:37:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios Florestais]]></category>
		<category><![CDATA[Mancha de Fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma mancha de fogo com mais 500 quilômetros de extensão e mais de 400 quilômetros de largura tem avançado sobre a Amazônia, conforme captado pelo satélite europeu Copernicus. Na quinta-feira (29), o fenômeno cobria os estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de áreas do Peru, Bolívia e parte do Paraguai. Segundo dados do programada BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Amazônia registrou mais de 61 mil focos de queimadas de 1º janeiro até sexta (30), enquanto o Pantanal contabilizou quase 9 mil focos. Os dois biomas estão no território que está sendo afetado pela mancha de fogo. Abaixo, veja a situação dos estados onde a mancha de fogo foi registrada: Mato Grosso lidera em número de focos de incêndio no...</p>
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<p>Uma mancha de fogo com mais 500 quilômetros de extensão e mais de 400 quilômetros de largura tem avançado sobre a Amazônia, conforme captado pelo satélite europeu Copernicus. Na quinta-feira (29), o fenômeno cobria os estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de áreas do Peru, Bolívia e parte do Paraguai.</p>



<p>Segundo dados do programada BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Amazônia registrou mais de 61 mil focos de queimadas de 1º janeiro até sexta (30), enquanto o Pantanal contabilizou quase 9 mil focos. Os dois biomas estão no território que está sendo afetado pela mancha de fogo.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Abaixo, veja a situação dos estados onde a mancha de fogo foi registrada:</h6>



<p>Mato Grosso lidera em número de focos de incêndio no país, totalizando 24.880 de janeiro a agosto. Nesta sexta-feira (30), o estado também declarou situação de emergência por 180 dias, em resposta ao aumento significativo dos registros de focos de calor e incêndios florestais, com destaque para a região do Pantanal.</p>



<p>No Amazonas, o total de focos de incêndio chegou a 14.483 de janeiro a agosto. O estado enfrenta uma crise ambiental grave, causada pela combinação de seca nos rios e queimadas. Todos os 62 municípios do Amazonas foram declarados em estado de emergência na quarta-feira (28).</p>



<p>No Mato Grosso do Sul, o fogo tem devastado o Pantanal há mais de três meses, com um total de 9.938 focos de incêndio registrados. O estado foi um dos primeiros a declarar situação de emergência nas cidades afetadas pelos incêndios no Pantanal, ainda em 24 de julho.</p>



<p>Rondônia também bateu recordes de queimadas, com o maior número de focos registrados em em um mês de agosto dos últimos cinco anos: 6.223. Nesta semana, o governo estadual implementou uma proibição do uso de fogo em todo o território por 90 dias. Além disso, o governo federal reconheceu a situação de emergência em 18 municípios de Rondônia devido à estiagem.</p>



<p>O Acre registrou 2.654 focos de incêndio de janeiro a agosto. O estado declarou situação de emergência ambiental já em junho deste ano devido à diminuição das chuvas e ao aumento do risco de incêndios florestais.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Satélite</h6>



<p>O satélite Corpenicus aponta que a mancha de fogo tem se expandido com o passar dos dias. Na quarta-feira (28), o fogo se concentrava no Amazonas, em Rondônia e no Mato Grosso.</p>



<p>No entanto, o cenário mudou e o mapa mostra que Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia estão formando, agora, um cinturão de fogo. O satélite também mostrou um crescimento de queimadas na região de Novo Progresso, no Pará.</p>



<p>Leonardo Vergasta, meteorologista do Laboratório do Clima (Labclim) da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), explicou que a mancha indica uma alta concentração de dióxido de carbono na atmosfera, resultado das queimadas que produzem essa fumaça.</p>



<p>“A formação de queimadas está diretamente relacionada a essa concentração de dióxido de carbono, que é um gás que está presente na atmosfera terrestre. A circulação do vento está normal, mas as queimadas persistem na Região Sul do Amazonas, no Acre e em Rondônia”, afirmou.</p>



<p>Vergasta também destacou que a falta de chuva intensifica o problema. “Regiões como Mato Grosso e Rondônia estão há mais de 90 dias sem chuva, enquanto o Sul do Amazonas e o Acre enfrentam uma seca de 7 a 21 dias. A ausência de chuva e as altas temperaturas durante a estação seca tornam a vegetação extremamente vulnerável às queimadas provocadas pela ação humana”, explicou.</p>



<p><em>Com informações do portal <a href="https://g1.globo.com/">G1</a>*</em></p>
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		<title>STF ordena mobilização urgente para combater incêndios no Pantanal e na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 22:29:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma decisão crucial, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje que a União mobilize, em até 15 dias, um contingente robusto de agentes das Forças Armadas, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Força Nacional e das autoridades de fiscalização ambiental para enfrentar os incêndios devastadores que assolam o Pantanal e a Amazônia. A medida visa tanto a repressão imediata quanto a prevenção de novos focos de incêndio. O ministro Dino também autorizou que o Executivo abra crédito extraordinário e edite Medida Provisória (MP) para garantir o financiamento necessário para estas ações emergenciais. Esta decisão faz parte da execução das Ações de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) 743, 746 e 857, julgadas em 20 de março deste ano. Dino, que apresentou o voto vencedor,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em uma decisão crucial, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje que a União mobilize, em até 15 dias, um contingente robusto de agentes das Forças Armadas, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, da Força Nacional e das autoridades de fiscalização ambiental para enfrentar os incêndios devastadores que assolam o Pantanal e a Amazônia. A medida visa tanto a repressão imediata quanto a prevenção de novos focos de incêndio.</p>



<p>O ministro Dino também autorizou que o Executivo abra crédito extraordinário e edite Medida Provisória (MP) para garantir o financiamento necessário para estas ações emergenciais. Esta <a href="https://noticiasdemanaus.com/governo-federal-vai-concentrar-medidas-de-combate-as-queimadas-em-21-municipios-da-amazonia/">decisão </a>faz parte da execução das Ações de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) 743, 746 e 857, julgadas em 20 de março deste ano. Dino, que apresentou o voto vencedor, ficou responsável pela redação do acórdão, que delineia as ações e decisões do STF.</p>



<p>Durante o julgamento, o STF estabeleceu que a União deveria apresentar um plano abrangente para a prevenção e combate aos incêndios nos biomas afetados. O plano deve incluir medidas concretas tanto para controlar os incêndios em curso quanto para prevenir futuras ocorrências. O prazo estipulado para a apresentação desse plano foi de 90 dias.</p>



<p>Para assegurar que a decisão do STF seja implementada de forma eficaz, uma audiência de conciliação foi marcada para o próximo dia 10 de setembro, às 10h, na sala de sessões da Primeira Turma do STF. A audiência contará com a presença da Procuradoria-Geral da República, da Advocacia-Geral da União, dos ministérios da Justiça, Meio Ambiente e da Mudança Climática, dos Povos Indígenas, e do Desenvolvimento Agrário, além do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e coordenador geral do Observatório do Meio Ambiente do Poder Judiciário, Herman Benjamin. Os partidos Rede Sustentabilidade e Partido dos Trabalhadores (PT), autores das ADPFs 743, 746 e 857, também foram convocados para participar.</p>



<p>O <a href="https://portal.stf.jus.br/">ministro</a> Flávio Dino enfatizou a gravidade da situação, classificando os incêndios como uma calamidade pública que exige uma resposta rápida e eficiente para minimizar danos irreparáveis. O foco agora está na mobilização de recursos e na coordenação das operações para enfrentar o impacto devastador dos incêndios e proteger esses importantes ecossistemas brasileiros.</p>
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