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	<title>Arquivo de Avaliação - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de Avaliação - Notícias de Manaus</title>
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		<title>Marcelo Ramos avalia apoio no segundo turno e critica candidatos: &#8216;são iguais&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O candidato à Prefeitura de Manaus, Marcelo Ramos (PT), informou que ainda irá se reunir com a direção do Partido dos Trabalhadores (PT) e seus apoiadores antes de definir o posicionamento no segundo turno das eleições municipais. Na disputa estão o atual prefeito, David Almeida (Avante), e Capitão Alberto Neto (PL), ambos de direita. Marcelo Ramos, que contou com o apoio direto do presidente Lula e foi escolhido por ele para representar o PT na corrida eleitoral, obteve 66.528 votos no primeiro turno. Apesar de não avançar para a fase final, o candidato reafirmou que não pretende se omitir em relação ao segundo turno, mas que sua decisão será tomada em conjunto com o partido e sua base de apoiadores. &#8220;Eu jamais me omito. Mas ainda vou ouvir a direção...</p>
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<p>O candidato à Prefeitura de Manaus, Marcelo Ramos (<strong><a href="https://pt.org.br/">PT</a></strong>), informou que ainda irá se reunir com a direção do Partido dos Trabalhadores (PT) e seus apoiadores antes de definir o posicionamento no segundo turno das eleições municipais. Na disputa estão o atual prefeito, David Almeida (Avante), e Capitão Alberto Neto (PL), ambos de direita.</p>



<p>Marcelo Ramos, que contou com o apoio direto do presidente Lula e foi escolhido por ele para representar o PT na corrida eleitoral, obteve 66.528 votos no primeiro turno. Apesar de não avançar para a fase final, o candidato reafirmou que não pretende se omitir em relação ao segundo turno, mas que sua decisão será tomada em conjunto com o partido e sua base de apoiadores.</p>



<p>&#8220;Eu jamais me omito. Mas ainda vou ouvir a direção do meu partido e os apoiadores para decidir se vou entrar na campanha do segundo turno&#8221;, declarou Ramos.</p>



<p>Crítico dos dois candidatos que disputam o segundo turno, Ramos expressou insatisfação com as opções disponíveis aos eleitores manauaras. &#8220;Dá para dizer que os dois são iguais&#8221;, afirmou. O petista lamentou o cenário eleitoral, destacando que ambos os concorrentes apoiam o ex-presidente Jair Bolsonaro, a quem ele historicamente faz oposição. &#8220;Lamento que o segundo turno seja formado por dois apoiadores de Bolsonaro&#8221;, disse Ramos, reforçando sua postura crítica aos projetos políticos dos dois adversários.</p>



<p>Agora, a expectativa gira em torno da decisão do Partido dos Trabalhadores e de como o apoio de Ramos poderá impactar a fase decisiva da eleição municipal.</p>



<p><strong>Foto:</strong> <em>Divulgação</em></p>
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		<title>Petrobras avalia recomprar Refinaria de Manaus (REAM)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 02:09:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está em discussão na Petrobras a reestatização da Refinaria da Amazônia (Ream), vendida por US$ 257,2 milhões para o grupo Atem no fim do governo Bolsonaro. A planta é a única da região Norte do país e hoje opera abaixo da capacidade, com o restante da demanda sendo atendido por combustível importado do mercado nacional e internacional. Fontes que acompanham o tema junto à Petrobras afirmaram para A CRÍTICA que o assunto está sendo debatido internamente, mas ainda sobre ‘se’ e ‘como’ a reestatização poderia ser feita sem ferir os mecanismos de governança da estatal. “A recompra é uma discussão que efetivamente existe. A questão é que os mecanismos de governança da Petrobras são muito rígidos e uma decisão como essa passa não por uma questão meramente política, mas empresarial,...</p>
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<p>Está em discussão na Petrobras a reestatização da Refinaria da Amazônia (Ream), vendida por US$ 257,2 milhões para o grupo Atem no fim do governo Bolsonaro. A planta é a única da região Norte do país e hoje opera abaixo da capacidade, com o restante da demanda sendo atendido por combustível importado do mercado nacional e internacional.</p>



<p>Fontes que acompanham o tema junto à Petrobras afirmaram para A CRÍTICA que o assunto está sendo debatido internamente, mas ainda sobre ‘se’ e ‘como’ a reestatização poderia ser feita sem ferir os mecanismos de governança da estatal.</p>



<p>“A recompra é uma discussão que efetivamente existe. A questão é que os mecanismos de governança da Petrobras são muito rígidos e uma decisão como essa passa não por uma questão meramente política, mas empresarial, de interesse e viabilidade econômica”, disse à reportagem um nome que tem entrada na estatal.</p>



<p>Um executivo do setor que acompanha o debate nos bastidores disse que o grupo Atem já teria, inclusive, demonstrado interesse em vender o ativo. Essa informação também foi publicada neste mês pelo colunista Lauro Jardim, d’O Globo, ocasião em que a empresa negou tal vontade.</p>



<p>“Eles [Atem] já demonstraram verbalmente interesse em vender. É que a expertise deles é a distribuição. É com o que o grupo já atuava e se consagrou na região. Eles entraram no negócio de refino e viram que é muito caro. A Petrobras atuava, mas dividindo o custo com suas outras unidades. A Ream agora não tem isso”, comentou o executivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Prejuízo</strong></h3>



<p>O mais recente relatório de desempenho da refinaria aponta que a Ream teve queda de 26,1% na receita líquida do 1º trimestre de 2024. A comparação é com o mesmo período de 2023. A empresa justifica que isso se deu pelo aumento de despesas e menor volume de vendas.</p>



<p>“No primeiro trimestre, a receita líquida foi de R$2,1 bilhões, em comparação com R$2,8 bilhões no mesmo período do ano passado, representando uma redução de 26,1%. Essa variação em relação ao ano anterior é principalmente devida a um menor volume de vendas, o que se deve à maior estocagem dos grandes distribuidores no final de 2023”, consta no relatório acessado pela reportagem.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Paralisação</strong></h3>



<p>Em maio deste ano, a Ream iniciou um “programa de manutenção intensiva”, conforme informou ao jornal O Globo. Em decorrência da atividade, a refinaria paralisou a sua principal atuação, o refino, e ampliou a importação de combustíveis para atender a demanda da região Norte, que representa 90% do mercado da refinaria. A CRÍTICA procurou a empresa para esclarecer se a manutenção continua em andamento, mas a Ream optou por não comentar.</p>



<p>De acordo com o relatório da companhia referente ao 1ª trimestre deste ano, desde maio de 2023 a Ream passou a importar combustível para atender os consumidores. A refinaria explica, no documento, que a operação sai mais barata do que o modelo anterior, quando a importação era feita por outra empresa.</p>



<p>“A Administração, entende, que os benefícios dessa modalidade são: i) Redução de custos intermediários através do encurtamento da cadeia de fornecimento, (considerando que anteriormente para a importação de produtos utilizava-se a entidade parte relacionada – Amazônia Energia Indústria e Comércio de Combustíveis Ltda.; e ii) Benefícios fiscais tais como: isenção do PIS e Cofins e crédito presumido de ICMS”, informa o relatório financeiro.</p>



<p>A empresa não quis informar de onde importa os combustíveis, mas a reportagem apurou junto a fontes do setor de navegação e distribuição que a compra varia entre transações junto à própria Petrobras, no Brasil, e também com fornecedores no Peru e Estados Unidos. A CRÍTICA reforça que o espaço está aberto para manifestações da refinaria.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Críticas</strong></h3>



<p>A opção da Ream por importar combustíveis para atender a demanda local tem sido, inclusive, utilizada como argumento nos bastidores para defender a reestatização da refinaria. “Eles pararam o refino e estão priorizando importar para vender aqui. Essa é a informação que temos. Creio que seria mais vantajoso reestatizar, porque estamos pagando um combustível importado”, disse à reportagem um interlocutor do governador Wilson Lima, que tem sido informado sobre as movimentações.</p>



<p>Presidente do Sindicato dos Petroleiros do Amazonas (Sindipetro-AM), Marcus Ribeiro diz que a refinaria corre o risco de se transformar em um terminal logístico para importação de combustível. Ele também destaca que o sindicato homologou 40 demissões de trabalhadores da Ream somente em junho.</p>



<p>“Quando o grupo Atem se interessou pela refinaria não foi para refinar, mas pelo terminal, seus tanques, as esferas, o porto. A cada seis anos, a refinaria é obrigada a parar para manutenção. Desde o final de maio, ela disse que ia parar as unidades. Ela alega que é para manutenção, mas estamos acostumados com manutenção, e é uma loucura, uma movimentação intensa, o que não está acontecendo, hoje, na refinaria”, afirma.</p>



<p>Ao Estadão, a Ream afirmou que adiantou partes do cronograma de manutenção em razão da previsão de seca extrema para este ano. “Trata-se de um movimento planejado, previsto desde a aquisição da unidade, em dezembro de 2022, e devidamente alinhado junto aos órgãos reguladores. Desde o início da parada, estamos atendendo às demandas de nossos clientes sem interrupções e sem impactos ao abastecimento do mercado”, informou a refinaria ao jornal paulista.</p>



<p>Conforme o relatório de desempenho da empresa, o volume refinado no primeiro trimestre deste ano foi de 649 mil metros cúbicos, o equivalente a 71% da capacidade da refinaria. Ainda assim, o volume foi 17% maior que o refinado no primeiro trimestre de 2023, 398,2 mil metros cúbicos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pré-privatização</strong></h3>



<p>Um levantamento realizado pelo Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), a pedido de A CRÍTICA, revelou que houve uma queda de 19,6% na produção de derivados de petróleo, na Ream, na comparação entre antes e depois da privatização.</p>



<p>“Os dados fornecidos pela ANP atestam que, em junho de 2024, a Ream registrou uma produção de 748.278 barris de derivados totais. Comparativamente, no mesmo mês de 2023, a produção foi de 880.885 barris, enquanto em junho de 2022, a produção foi de 930.758 barris. Esses dados indicam uma queda de quase 20% entre junho de 2022 (pré-privatização) e junho de 2024 (pós-privatização). Vale observar que a queda foi ainda mais intensa neste último ano”, avalia o Ineep.</p>



<p>À reportagem, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) respondeu que foi informada sobre paralisação no refino da Ream em abril de 2024. Segundo o órgão federal, que diz acompanhar o cenário, se a paralisação passar de um ano, a refinaria precisará de autorização da ANP para voltar a funcionar. Caso a paralisação ultrapasse dois anos, a empresa ficará sujeita a processo administrativo de revogação da operação.</p>



<p>A CRÍTICA também procurou a Petrobras, mas a estatal não retornou até o fechamento desta matéria.</p>



<p><em>Com informações do portal A Crítica*</em></p>
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