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	<title>Arquivo de Câmara dos Deputados - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de Câmara dos Deputados - Notícias de Manaus</title>
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		<title>PEC que propõe fim da escala 6×1 avança com 194 assinaturas e será protocolada na Câmara dos Deputados</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/pec-que-propoe-fim-da-escala-6x1-avanca-com-194-assinaturas-e-sera-protocolada-na-camara-dos-deputados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2024 14:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Fim da Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6&#215;1 – em que empregados trabalham seis dias consecutivos e descansam um – alcançou o quórum necessário para tramitar na Câmara dos Deputados. De autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), a PEC formaliza uma iniciativa do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), impulsionada pelo vereador carioca eleito Rick Azevedo (PSOL). O projeto atingiu 194 assinaturas no sistema interno da Câmara, superando as 171 necessárias para o protocolo. A medida conta com significativo apoio de partidos da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foi especialmente endossada pela bancada do Partido dos Trabalhadores (PT), com 68 assinaturas de deputados petistas. Além de todos os parlamentares do PSOL, 13 deputados do PSB também assinaram a proposta....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="corpo">
<div>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6&#215;1 – em que empregados trabalham seis dias consecutivos e descansam um – alcançou o quórum necessário para tramitar na Câmara dos Deputados. De autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), a PEC formaliza uma iniciativa do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), impulsionada pelo vereador carioca eleito Rick Azevedo (PSOL).</div>
<div></div>
<div>O projeto atingiu 194 assinaturas no sistema interno da Câmara, superando as 171 necessárias para o protocolo. A medida conta com significativo apoio de partidos da base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e foi especialmente endossada pela bancada do Partido dos Trabalhadores (PT), com 68 assinaturas de deputados petistas. Além de todos os parlamentares do PSOL, 13 deputados do PSB também assinaram a proposta.</div>
<div></div>
<div>A adesão foi além da esquerda e incluiu representantes do Centrão. União Brasil contribuiu com 20 assinaturas, PSD com 15, Progressistas com 10, Republicanos com sete e até o deputado Fernando Rodolfo (PL-PE) também se uniu ao apoio, representando o Partido Liberal.</div>
<div></div>
<h4><strong>Próximos passos da tramitação</strong></h4>
<div>Com o protocolo, a PEC será agora analisada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1110526-proposta-de-reducao-da-jornada-de-trabalho-e-fim-da-escala-6x1-gera-debates-no-plenario-da-camara/">CCJ</a>) da Câmara, onde um relator será designado para emitir pareceres, aceitar sugestões e, eventualmente, propor modificações no texto. Se aprovada pela CCJ, a PEC segue para uma comissão especial que examinará o conteúdo detalhadamente antes de levar a medida ao plenário.</div>
<div></div>
<div>Contudo, a inclusão da PEC para votação em plenário exige um consenso entre os líderes dos partidos na Câmara. Erika Hilton, autora da proposta, já manifestou a intenção de dialogar com o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-PI), para avançar na pauta.</div>
<div></div>
<div>Para aprovação, a PEC precisará do voto favorável de ao menos 308 deputados federais entre os 513. Caso alcance esse quórum, a proposta será encaminhada ao Senado, onde exigirá a aprovação de 49 dos 81 senadores.</div>
<div></div>
<h4><strong>Impacto e debate social</strong></h4>
<div>A proposta, que vem gerando intenso debate nas redes sociais, tem como objetivo modificar a relação trabalhista, oferecendo aos trabalhadores uma rotina com mais dias de descanso. O Movimento Vida Além do Trabalho, que inspirou a PEC, argumenta que a escala 6×1 pode comprometer a qualidade de vida dos trabalhadores, que enfrentam dificuldades para equilibrar vida pessoal e profissional com esse regime.</div>
<div></div>
<p>O trâmite da <a href="https://noticiasdemanaus.com/pec-da-escala-6x1-apos-pressao-popular-mais-3-deputados-do-amazonas-apoiam-reducao-da-jornada-de-trabalho/">PEC</a> marca um momento importante para o movimento trabalhista no Brasil e lança luz sobre as discussões em torno das condições de trabalho, com parlamentares e sociedade debatendo os impactos com o fim da escala 6&#215;1.</p>
</div>
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		<item>
		<title>PEC que propõe fim da escala 6×1 está a 37 assinaturas de iniciar tramitação na Câmara</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/pec-que-propoe-fim-da-escala-6x1-ganha-forca-e-esta-a-37-assinaturas-de-iniciar-tramitacao-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 12:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assinaturas]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Força]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[Tramitar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) está a um passo de protocolar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a jornada de trabalho 6×1, que estabelece seis dias consecutivos de trabalho seguidos por apenas um dia de descanso. Na noite de segunda-feira, 11, Hilton já havia conquistado 134 assinaturas de parlamentares, faltando apenas 37 para atingir o mínimo de 171 necessários para que a proposta comece a tramitar na Câmara dos Deputados. A PEC conta com o apoio de parlamentares de partidos como PT, PCdoB, PDT, PSB, Rede e PV, e também de algumas legendas do centro, como Podemos, Avante, MDB, PSD, União e PP. Um dos aspectos mais notáveis é a adesão de apenas um parlamentar do PL, partido de Jair Bolsonaro, o deputado Fernando Rodolfo...</p>
<p>O post <a href="https://noticiasdemanaus.com/pec-que-propoe-fim-da-escala-6x1-ganha-forca-e-esta-a-37-assinaturas-de-iniciar-tramitacao-na-camara/">PEC que propõe fim da escala 6×1 está a 37 assinaturas de iniciar tramitação na Câmara</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiasdemanaus.com">Notícias de Manaus</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A deputada federal <a href="https://www.instagram.com/hilton_erika/?hl=en">Erika Hilton</a> (PSOL-SP) está a um passo de protocolar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que visa extinguir a jornada de trabalho <a href="https://noticiasdemanaus.com/6x1-5x2-4x3-5x1-conheca-os-diferentes-tipos-de-escala-de-trabalho/">6×1</a>, que estabelece seis dias consecutivos de trabalho seguidos por apenas um dia de descanso. Na noite de segunda-feira, 11, Hilton já havia conquistado 134 assinaturas de parlamentares, faltando apenas 37 para atingir o mínimo de 171 necessários para que a proposta comece a tramitar na Câmara dos Deputados.</p>
<p>A PEC conta com o apoio de parlamentares de partidos como PT, PCdoB, PDT, PSB, Rede e PV, e também de algumas legendas do centro, como Podemos, Avante, MDB, PSD, União e PP. Um dos aspectos mais notáveis é a adesão de apenas um parlamentar do PL, partido de Jair Bolsonaro, o deputado Fernando Rodolfo (PE), em uma posição isolada dentro da legenda.</p>
<p>A proposta de Hilton visa estabelecer uma jornada de trabalho mais equilibrada, com mais tempo de descanso para os trabalhadores. A deputada argumenta que o modelo atual, que impõe a jornada 6×1, é prejudicial à produtividade e à qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros. Para ela, a mudança traria ganhos econômicos, como já é observado em países como Reino Unido, Alemanha e Portugal, que adotaram jornadas mais curtas e mantiveram altos índices de produtividade.</p>
<p>Apesar do crescente apoio, a PEC enfrenta forte resistência de setores conservadores e neoliberais, que alertam para os possíveis impactos econômicos da redução da carga horária. Críticos temem que a diminuição das horas trabalhadas aumente os custos para as empresas, prejudicando a competitividade da economia brasileira.</p>
<p>O governo federal também entrou no debate. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), se manifestou favorável à redução da jornada, mas destacou que mudanças na escala de trabalho devem ser tratadas por meio de convenções e acordos coletivos. Para ele, a diminuição da jornada semanal para 40 horas é uma medida viável e saudável, desde que seja resultado de uma decisão coletiva entre empregadores e empregados.</p>
<p>“A questão da escala de trabalho 6×1 deve ser tratada em convenções e acordos coletivos de trabalho. A pasta considera, contudo, que a redução da jornada para 40h semanais é plenamente possível e saudável, quando resulte de decisão coletiva”, escreveu Marinho nas redes sociais.</p>
<p>Embora o apoio cresça, a PEC ainda terá que superar a resistência de setores empresariais e políticos conservadores, que podem dificultar sua tramitação. No entanto, com 37 assinaturas restantes, a proposta está prestes a dar o primeiro passo rumo à mudança na legislação trabalhista brasileira.</p>
<h4><strong>Saiba quem assinou a PEC da redução de jornada, segundo Erika Hilton:</strong></h4>
<table dir="ltr" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" data-sheets-root="1" data-sheets-baot="1">
<colgroup>
<col width="100" />
<col width="100" />
<col width="100" /></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Nome</strong></td>
<td><strong>Partido</strong></td>
<td><strong>Estado</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Erika Hilton</td>
<td>PSOL</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Célia Xakriabá</td>
<td>PSOL</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Chico Alencar</td>
<td>PSOL</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Fernanda Melchionna</td>
<td>PSOL</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>Glauber Braga</td>
<td>PSOL</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Guilherme Boulos</td>
<td>PSOL</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Ivan Valente</td>
<td>PSOL</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Luiza Erundina</td>
<td>PSOL</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Pastor Henrique Vieira</td>
<td>PSOL</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Professora Luciene Cavalcante</td>
<td>PSOL</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Sâmia Bomfim</td>
<td>PSOL</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Talíria Petrone</td>
<td>PSOL</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Tarcísio Motta</td>
<td>PSOL</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Túlio Gadêlha</td>
<td>REDE</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>Airton Faleiro</td>
<td>PT</td>
<td>PA</td>
</tr>
<tr>
<td>Alencar Santana</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Alexandre Lindenmeyer</td>
<td>PT</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>Alfredinho</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Ana Paula Lima</td>
<td>PT</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>Ana Pimentel</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Benedita da Silva</td>
<td>PT</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Bohn Gass</td>
<td>PT</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>Camila Jara</td>
<td>PT</td>
<td>MS</td>
</tr>
<tr>
<td>Carlos Veras</td>
<td>PT</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>Carlos Zarattini</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Carol Dartora</td>
<td>PT</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>Dandara</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Delegada Adriana Accorsi</td>
<td>PT</td>
<td>GO</td>
</tr>
<tr>
<td>Denise Pessôa</td>
<td>PT</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>Dilvanda Faro</td>
<td>PT</td>
<td>PA</td>
</tr>
<tr>
<td>Dimas Gadelha</td>
<td>PT</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Dr. Francisco</td>
<td>PT</td>
<td>PI</td>
</tr>
<tr>
<td>Elisangela Araujo</td>
<td>PT</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Erika Kokay</td>
<td>PT</td>
<td>DF</td>
</tr>
<tr>
<td>Fernando Mineiro</td>
<td>PT</td>
<td>RN</td>
</tr>
<tr>
<td>Florentino Neto</td>
<td>PT</td>
<td>PI</td>
</tr>
<tr>
<td>Gleisi Hoffmann</td>
<td>PT</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>Helder Salomão</td>
<td>PT</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>Ivoneide Caetano</td>
<td>PT</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Jack Rocha</td>
<td>PT</td>
<td>ES</td>
</tr>
<tr>
<td>Jilmar Tatto</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>João Daniel</td>
<td>PT</td>
<td>SE</td>
</tr>
<tr>
<td>Jorge Solla</td>
<td>PT</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>José Airton Félix Cirilo</td>
<td>PT</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>José Guimarães</td>
<td>PT</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>Joseildo Ramos</td>
<td>PT</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Juliana Cardoso</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Kiko Celeguim</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Leonardo Monteiro</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Lindbergh Farias</td>
<td>PT</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Luiz Couto</td>
<td>PT</td>
<td>PB</td>
</tr>
<tr>
<td>Luizianne Lins</td>
<td>PT</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>Marcon</td>
<td>PT</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>Maria do Rosário</td>
<td>PT</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>Merlong Solano</td>
<td>PT</td>
<td>PI</td>
</tr>
<tr>
<td>Miguel Ângelo</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Natália Bonavides</td>
<td>PT</td>
<td>RN</td>
</tr>
<tr>
<td>Nilto Tatto</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Odair Cunha</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Padre João</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Patrus Ananias</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Paulão</td>
<td>PT</td>
<td>AL</td>
</tr>
<tr>
<td>Paulo Guedes</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Pedro Uczai</td>
<td>PT</td>
<td>SC</td>
</tr>
<tr>
<td>Reginaldo Lopes</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Reginete Bispo</td>
<td>PT</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>Reimont</td>
<td>PT</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Rogério Correia</td>
<td>PT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Rubens Otoni</td>
<td>PT</td>
<td>GO</td>
</tr>
<tr>
<td>Rubens Pereira Júnior</td>
<td>PT</td>
<td>MA</td>
</tr>
<tr>
<td>Rui Falcão</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Tadeu Veneri</td>
<td>PT</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>Valmir Assunção</td>
<td>PT</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Vander Loubet</td>
<td>PT</td>
<td>MS</td>
</tr>
<tr>
<td>Vicentinho</td>
<td>PT</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Waldenor Pereira</td>
<td>PT</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Washington Quaquá</td>
<td>PT</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Welter</td>
<td>PT</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>Zeca Dirceu</td>
<td>PT</td>
<td>PR</td>
</tr>
<tr>
<td>Flávio Nogueira</td>
<td>PT</td>
<td>PI</td>
</tr>
<tr>
<td>Alice Portugal</td>
<td>PCdoB</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Daiana Santos</td>
<td>PCdoB</td>
<td>RS</td>
</tr>
<tr>
<td>Daniel Almeida</td>
<td>PCdoB</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Jandira Feghali</td>
<td>PCdoB</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Márcio Jerry</td>
<td>PCdoB</td>
<td>MA</td>
</tr>
<tr>
<td>Orlando Silva</td>
<td>PCdoB</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Renildo Calheiros</td>
<td>PCdoB</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>Dorinaldo Malafaia</td>
<td>PDT</td>
<td>AP</td>
</tr>
<tr>
<td>Duda Salabert</td>
<td>PDT</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Idilvan Alencar</td>
<td>PDT</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>Josenildo</td>
<td>PDT</td>
<td>AP</td>
</tr>
<tr>
<td>Max Lemos</td>
<td>PDT</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Professora Goreth</td>
<td>PDT</td>
<td>AP</td>
</tr>
<tr>
<td>Marcos Tavares</td>
<td>PDT</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Duarte Jr.</td>
<td>PSB</td>
<td>MA</td>
</tr>
<tr>
<td>Lídice da Mata</td>
<td>PSB</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Pedro Campos</td>
<td>PSB</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>Bacelar</td>
<td>PV</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Clodoaldo Magalhães</td>
<td>PV</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>Prof. Reginaldo Veras</td>
<td>PV</td>
<td>DF</td>
</tr>
<tr>
<td>Aureo Ribeiro</td>
<td>SOLIDARIEDADE</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Maria Arraes</td>
<td>SOLIDARIEDADE</td>
<td>PE</td>
</tr>
<tr>
<td>Ruy Carneiro</td>
<td>PODE</td>
<td>PB</td>
</tr>
<tr>
<td>André Janones</td>
<td>AVANTE</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Bruno Farias</td>
<td>AVANTE</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Pastor Sargento Isidório</td>
<td>AVANTE</td>
<td>BA</td>
</tr>
<tr>
<td>Elcione Barbalho</td>
<td>MDB</td>
<td>PA</td>
</tr>
<tr>
<td>Emanuel Pinheiro Neto</td>
<td>MDB</td>
<td>MT</td>
</tr>
<tr>
<td>Rafael Brito</td>
<td>MDB</td>
<td>AL</td>
</tr>
<tr>
<td>Keniston Braga</td>
<td>MDB</td>
<td>PA</td>
</tr>
<tr>
<td>Célio Studart</td>
<td>PSD</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>Delegada Katarina</td>
<td>PSD</td>
<td>SE</td>
</tr>
<tr>
<td>Domingos Neto</td>
<td>PSD</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>Laura Carneiro</td>
<td>PSD</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Stefano Aguiar</td>
<td>PSD</td>
<td>MG</td>
</tr>
<tr>
<td>Dagoberto Nogueira</td>
<td>PSDB</td>
<td>MS</td>
</tr>
<tr>
<td>Geraldo Resende</td>
<td>PSDB</td>
<td>MS</td>
</tr>
<tr>
<td>Daniela do Waguinho</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>RJ</td>
</tr>
<tr>
<td>Douglas Viegas</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>SP</td>
</tr>
<tr>
<td>Meire Serafim</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>AC</td>
</tr>
<tr>
<td>Moses Rodrigues</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>CE</td>
</tr>
<tr>
<td>Pedro Lucas Fernandes</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>MA</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><span style="color: #993366;">Saullo Vianna</span></strong></td>
<td><strong><span style="color: #993366;">UNIÃO</span></strong></td>
<td><strong><span style="color: #993366;">AM</span></strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Yandra Moura</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>SE</td>
</tr>
<tr>
<td>Carlos Henrique Gaguim</td>
<td>UNIÃO</td>
<td>TO</td>
</tr>
<tr>
<td>Daniel Barbosa</td>
<td>PP</td>
<td>AL</td>
</tr>
<tr>
<td>Marx Beltrão</td>
<td>PP</td>
<td>AL</td>
</tr>
<tr>
<td>Socorro Neri</td>
<td>PP</td>
<td>AC</td>
</tr>
<tr>
<td>Thiago de Joaldo</td>
<td>PP</td>
<td>SE</td>
</tr>
<tr>
<td>Antônia Lúcia</td>
<td>REPUBLICANOS</td>
<td>AC</td>
</tr>
<tr>
<td>Ricardo Ayres</td>
<td>REPUBLICANOS</td>
<td>TO</td>
</tr>
<tr>
<td>Fernando Rodolfo</td>
<td>PL</td>
<td>PE</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>*Com informações da Carta Capital</em></p>
<p>O post <a href="https://noticiasdemanaus.com/pec-que-propoe-fim-da-escala-6x1-ganha-forca-e-esta-a-37-assinaturas-de-iniciar-tramitacao-na-camara/">PEC que propõe fim da escala 6×1 está a 37 assinaturas de iniciar tramitação na Câmara</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiasdemanaus.com">Notícias de Manaus</a>.</p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova PL que torna crime fotografar partes íntimas sem autorização prévia</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/camara-aprova-pl-que-torna-crime-fotografar-partes-intimas-sem-autorizacao-previa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 13:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Consentimento]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Pena]]></category>
		<category><![CDATA[PL]]></category>
		<category><![CDATA[Sem autorização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que determina o uso de tecnologia em celulares para acionamento de emergência do número telefônico de denúncia de violência contra a mulher. O projeto, de autoria do deputado José Guimarães (PT-CE) e relatada pela deputada Silvye Alves (União-GO), também prevê pena específica para quem capta fotografia ou vídeo das partes íntimas de outra pessoa sem autorização prévia. É o caso, por exemplo, de homens que fotografam mulheres discretamente por baixo de suas saias em veículos públicos. Além disso, o projeto estabelece punições mais severas para quem captar imagens íntimas de outra pessoa sem consentimento, uma prática que se tornou cada vez mais recorrente com o avanço da tecnologia. Um dos focos da proposta é o combate ao &#8220;upskirting&#8221; — ato de tirar...</p>
<p>O post <a href="https://noticiasdemanaus.com/camara-aprova-pl-que-torna-crime-fotografar-partes-intimas-sem-autorizacao-previa/">Câmara aprova PL que torna crime fotografar partes íntimas sem autorização prévia</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiasdemanaus.com">Notícias de Manaus</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://noticiasdemanaus.com/nikolas-ferreira-critica-gestao-marina-silva-sobre-aumento-do-numero-de-queimadas-durante-audiencia-na-camara/">Câmara</a> dos Deputados aprovou projeto de lei que determina o uso de tecnologia em celulares para acionamento de emergência do número telefônico de denúncia de violência contra a mulher. O projeto, de autoria do deputado José Guimarães (PT-CE) e relatada pela deputada Silvye Alves (União-GO), também prevê pena específica para quem capta fotografia ou vídeo das partes íntimas de outra pessoa sem autorização prévia. É o caso, por exemplo, de homens que fotografam mulheres discretamente por baixo de suas saias em veículos públicos.</p>
<p>Além disso, o projeto estabelece punições mais severas para quem captar imagens íntimas de outra pessoa sem consentimento, uma prática que se tornou cada vez mais recorrente com o avanço da tecnologia. Um dos focos da proposta é o combate ao &#8220;upskirting&#8221; — ato de tirar fotos disfarçadas das partes íntimas de uma mulher, muitas vezes em ambientes públicos como transporte coletivo. A pena prevista para essa prática é detenção de seis meses a um ano, além de multa, alinhando-se à punição já prevista para quem grava ou fotografa cenas íntimas sem consentimento.</p>
<p>Silvye Alves afirmou que a legislação deve abordar novas realidades, como a captação e divulgação de imagens não autorizadas de partes íntimas de uma pessoa, prática conhecida como upskirting. “Temos que dar a resposta necessária às novas dinâmicas sociais e tecnológicas e reforçar a importância do consentimento em todas as interações, especialmente naquelas que envolvem a captura de imagens”, disse.</p>
<p>No entanto, o texto aprovado também menciona a captura de &#8220;cena sensual ou libidinosa&#8221; em locais públicos ou privados, o que pode gerar diferentes interpretações sobre o que constitui esse tipo de conteúdo. Essa questão pode gerar lacunas na aplicação da lei, já que a definição do que seria uma cena &#8220;sensual&#8221; ou &#8220;libidinosa&#8221; dependerá da interpretação dos juízes.</p>
<p>O deputado Delegado da Cunha (PP-SP) destacou a importância de ter uma legislação que combata não apenas a prática de tirar fotos de forma oculta, mas também o uso dessas imagens de forma manipulada para atacar as mulheres. “Não dá mais para se admitir usar a imagem da mulher para atacar a própria mulher”, declarou.</p>
<p>José Guimarães, autor do projeto, também ressaltou a relevância da proposta, que ele considera um passo importante no combate à violência de gênero. &#8220;Estamos votando um projeto importante nesta luta permanente de enfrentamento da violência contra a mulher. Isso também é uma violência, coberta, que acontece em diversos espaços no País&#8221;, afirmou o deputado.</p>
<p>A procuradora da Mulher na Câmara, deputada Soraya Santos (<a href="https://partidoliberal.org.br/">PL</a>-RJ), reforçou que o projeto representa uma evolução das leis de privacidade digital, como a Lei Carolina Dieckmann, que já busca combater crimes cibernéticos. “As leis precisam ser questionadas sobre sua efetividade&#8221;, disse, destacando a necessidade de aprimorar as leis existentes para garantir uma maior proteção às mulheres.</p>
<p>Com a aprovação na Câmara, o Projeto de Lei segue agora para análise no Senado.</p>
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		<title>Maria do Carmo e Alberto Neto participam de caminhada com líder da oposição da Câmara em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 20:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Neto]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhada]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Líder da Oposição]]></category>
		<category><![CDATA[Maria do Carmo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após o apoio de Nikolas Ferreira e Michelle Bolsonaro, a candidatura à Prefeitura de Manaus do Capitão Alberto Neto (PL) e da Professora Maria do Carmo Seffair (Novo) recebeu o reforço de outra figura importante da política nacional: o deputado federal e vice-líder da oposição na Câmara, Marcel van Hattem (Novo). O deputado está cumprindo agenda em Manaus nesta quinta-feira, 12/9, e expressou confiança na união da direita para a cidade. “Precisamos de pessoas sérias e que saibam administrar. Estou muito feliz por ver aqui duas pessoas assim: a Professora Maria do Carmo, que é absolutamente ética, com uma conduta exemplar e inspiradora, e meu querido colega Capitão Alberto Neto, que tem sido um grande parceiro naquilo que é melhor para o Brasil. Eu e ele estamos em uma batalha...</p>
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<p>Após o apoio de Nikolas Ferreira e Michelle Bolsonaro, a candidatura à Prefeitura de Manaus do Capitão Alberto Neto (PL) e da Professora Maria do Carmo Seffair (Novo) recebeu o reforço de outra figura importante da política nacional: o deputado federal e vice-líder da oposição na Câmara, Marcel van Hattem (Novo). O deputado está cumprindo agenda em Manaus nesta quinta-feira, 12/9, e expressou confiança na união da direita para a cidade.</p>



<p>“Precisamos de pessoas sérias e que saibam administrar. Estou muito feliz por ver aqui duas pessoas assim: a Professora Maria do Carmo, que é absolutamente ética, com uma conduta exemplar e inspiradora, e meu querido colega Capitão Alberto Neto, que tem sido um grande parceiro naquilo que é melhor para o Brasil. Eu e ele estamos em uma batalha contínua”, afirmou o deputado.</p>



<p>Marcel van Hattem fez uma caminhada no centro de Manaus, saindo da praça Heliodoro Balbi até o Relógio Municipal, passando pela Marechal Deodoro e Teodoreto Souto. Além de pedir voto para o 22, da coligação Ordem e Progresso, vam Hattem também comentou sobre o projeto para levar a direita de volta à Presidência da República.</p>



<p>“É muito bom estar ao lado dos dois. Precisamos buscar todos os votos para eleger o Capitão Alberto Neto e a nossa querida Professora Maria do Carmo na Prefeitura de Manaus. Além disso, precisamos eleger uma bancada de vereadores liberais e conservadores para representar o povo manauara e amazonense na Câmara Municipal. Nosso projeto começa agora”, afirmou, destacando a construção de uma base fortalecida para 2026.</p>



<p>O candidato a prefeito, Capitão Alberto Neto, agradeceu a presença de Marcel e elogiou seu trabalho na Câmara dos Deputados. Ele destacou que a presença do deputado em Manaus reforça a força da direita e da chapa que conta com o apoio do Presidente Bolsonaro.</p>



<p>“O deputado Marcel é um verdadeiro líder da oposição, trabalhando incansavelmente em Brasília e sendo uma força inspiradora contra os desmandos do governo, especialmente contra Alexandre de Moraes, que tem violado o devido processo legal. Sua presença aqui hoje nos fortalece e nos honra. Estamos unidos no nosso propósito de restabelecer a democracia no Brasil e acabar com sofrimento do povo de Manaus, é isso só vai acontecer tirando o atual prefeito”, destacou.</p>



<p>Já a candidata a vice Maria do Carmo Seffair falou sobra a importância da coesão política para a tomada de decisões e a construção de um Brasil melhor. “É crucial que nossa união tenha uma bancada coesa. Precisamos priorizar o bem comum em detrimento das individualidades. Onde a direita está dividida, não há direita de verdade. Quem vai vencer é a direita unida”, afirmou a professora.</p>



<p>Marcel Van Hattem finalizou a caminhada impressionado com a receptividade da chapa Ordem e Progresso e comentou sobre a união entre o Novo e o PL, partidos com histórias diferentes, mas que compartilham o mesmo ideal. “O PL é um partido grande com uma estrutura tradicional, mas caminha na mesma direção que o Novo contra os desmandos do governo e apresenta soluções para o Brasil. A união da direita em Manaus é um excelente exemplo para todo o país.”</p>
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		<title>Câmara aprova aumento da pena de feminicídio para até 40 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 16:35:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Pena]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4266/23, do Senado, que aumenta a pena de feminicídio e inclui outras situações consideradas agravantes da pena. A matéria será enviada à sanção presidencial. Segundo o texto, o crime passa a figurar em um artigo específico em vez de ser um tipo de homicídio qualificado, como é hoje. A pena atual de 12 a 30 anos de reclusão aumenta para 20 a 40 anos. A relatora do PL 4266/23, deputada Gisela Simona (União-MT), afirmou que a proposta contribui para o aumento da proteção à mulher vítima de violência. “A criação do tipo penal autônomo de feminicídio é medida que se revela necessária não só para tornar mais visível essa forma extrema de violência contra a mulher, mas também para reforçar o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Câmara dos <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/ultimas"><strong>Deputados</strong></a> aprovou o Projeto de Lei 4266/23, do Senado, que aumenta a pena de feminicídio e inclui outras situações consideradas agravantes da pena. A matéria será enviada à sanção presidencial.</p>



<p>Segundo o texto, o crime passa a figurar em um artigo específico em vez de ser um tipo de homicídio qualificado, como é hoje. A pena atual de 12 a 30 anos de reclusão aumenta para 20 a 40 anos.</p>



<p>A relatora do PL 4266/23, deputada Gisela Simona (União-MT), afirmou que a proposta contribui para o aumento da proteção à mulher vítima de violência. “A criação do tipo penal autônomo de feminicídio é medida que se revela necessária não só para tornar mais visível essa forma extrema de violência contra a mulher, mas também para reforçar o combate a esse crime bárbaro e viabilizar a uniformização das informações sobre as mortes de mulheres no Brasil”, destacou.</p>



<p>“A classificação do feminicídio como circunstância qualificadora do homicídio dificulta sua identificação. Em muitas situações, a falta de formação adequada ou de protocolos claros pode levar as autoridades a classificar o crime simplesmente como homicídio, mesmo quando a conduta é praticada contra a mulher por razões da condição do sexo feminino.”</p>



<p>Gisela Simona também destacou a importância de tornar pública a ação penal relativa ao crime de ameaça cometido contra a mulher por razões da condição do sexo feminino. “Além de melhor resguardar a integridade física e psicológica da ofendida, contribuirá para a redução da subnotificação desse tipo de violência e servirá de desestímulo à ação dos infratores, que não mais poderão contar com o silêncio das vítimas para se livrar da punição devida”, espera.</p>



<p>As novas situações que podem aumentar a pena (agravante) são de assassinato da mãe ou da mulher responsável por pessoa com deficiência e quando o crime envolver:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio cruel;</li>



<li>traição, emboscada, dissimulação ou recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido; e</li>



<li>emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido</li>
</ul>



<p>Todas as circunstâncias do crime analisado serão atribuídas também ao coautor ou participante do assassinato.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Medidas protetivas</strong></h6>



<p>Na lei Maria da Penha, o projeto aumenta a pena do condenado que, no cumprimento de pena, descumprir medida protetiva contra a vítima. Isso ocorreria, por exemplo, para condenado por lesão vinculada a violência doméstica que progrediu de regime, podendo sair do presídio durante o dia, e se aproximou da vítima quando isso estava proibido pelo juiz.</p>



<p>A pena para esse crime de violação da medida protetiva aumenta de detenção de 3 meses a 2 anos para reclusão de 2 a 5 anos e multa.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Outros direitos</strong></h6>



<p>O texto muda também outros direitos e restrições de presos por crimes contra a mulher por razões da condição do sexo feminino, conceituadas pelo Código Penal como os crimes que envolvem violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher.</p>



<p>Assim, quando um presidiário ou preso provisório por crime de violência doméstica ou familiar ameaçar ou praticar novas violências contra a vítima ou seus familiares durante o cumprimento da pena, ele será transferido para presídio distante do local de residência da vítima.</p>



<p>No caso da progressão de regime, em vez de ter de cumprir 50% da pena no regime fechado para poder mudar para o semiaberto, o PL 4266/23 aumenta o período para 55% do tempo se a condenação for de feminicídio. Isso valerá se o réu for primário e não poderá haver liberdade condicional.</p>



<p>Se o apenado usufruir de qualquer saída autorizada do presídio terá de usar tornozeleira eletrônica e não poderá contar com visita íntima ou conjugal.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Todos os crimes</strong></h6>



<p>Em relação a outros direitos previstos na Lei de Execução Penal para todos os apenados, em vez de eles poderem ser suspensos ou restringidos pelo diretor do presídio, isso caberá ao juiz da execução penal. Será o caso de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>proporcionalidade na distribuição do tempo para o trabalho, o descanso e a recreação;</li>



<li>visita do cônjuge, da companheira, de parentes e amigos em dias determinados; e</li>



<li>correspondência</li>
</ul>



<p></p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Agressão</strong></h6>



<p>Na lei de contravenções penais (Decreto-Lei 3.688/41), para o crime de agressão praticado contra a mulher por razões da condição do sexo feminino a pena de prisão simples de 15 dias a 3 meses será aumentada do triplo. A prisão simples é cumprida no regime aberto ou semiaberto em estabelecimento diferente do presídio para condenados.</p>



<p>Já o crime de ameaça, que pode resultar em detenção de 1 a 6 meses, terá a pena aplicada em dobro se cometido contra a mulher por razões do sexo feminino e a denúncia não dependerá de representação da ofendida.</p>



<p>De igual forma, crimes como de injúria, calúnia e difamação praticados por essas razões terão a pena aplicada em dobro.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Lesão corporal</strong></h6>



<p>Para os crimes de lesão corporal praticados contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou contra pessoa com quem o réu tenha convivido, a pena de detenção de 3 meses a 3 anos passa a ser de reclusão de 2 a 5 anos.</p>



<p>Igual intervalo de pena é atribuído à lesão praticada contra a mulher por razões de sua condição feminina. Atualmente, o condenado pega de 1 a 4 anos de reclusão.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Efeitos da condenação</strong></h6>



<p>A perda do poder familiar, segundo o texto aprovado, passará a atingir o condenado por crimes praticados em razão da condição do sexo feminino, independentemente de a mulher partilhar do mesmo poder familiar.</p>



<p>Um exemplo disso seria o feminicídio de uma mãe que antes de seu assassinato tenha perdido juridicamente o poder familiar sobre os filhos.</p>



<p>Essa consequência e outras como a perda de cargo ou mandato eletivo ou proibição de futura nomeação em função pública (desde a condenação em definitivo até o fim da pena) serão automáticas.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Execução da pena</strong></h6>



<p>A procuradora a Mulher, deputada Soraya Santos (PL-RJ), elogiou o recrudescimento do tratamento para agressores de mulheres na fase de execução da pena para concessão de benefícios. “Se não cumprir 55% da pena, não adianta pensar em regalia”, avisou. Soraya Santos cobrou mais recursos para monitorar agressores com tornozeleiras eletrônicas. “Das mulheres que morrem por feminicídio, 70% têm medidas protetivas. Nenhuma morreria se os agressores tivessem tornozeleiras eletrônicas.”</p>



<p>A deputada Erika Kokay (PT-DF) destacou a importância de tratar o feminicídio como um crime autônomo. “Enfrentar o feminicídio não é apenas recrudescimento penal. Envolve política de educação, cultura e multissetorialidade. É necessário termos uma sociedade onde não haja dor em sermos mulheres”, declarou.</p>



<p>Já a deputada Adriana Ventura (Novo-SP) ponderou que o aumento da pena pode inibir o feminicídio. “Aumento de pena não resolve tudo, mas inibe”, contrapôs. “A gente avança a partir do momento em que corta privilégios para quem comete abusos. Quem comete feminicídio não poderá ser nomeado a cargo público ou ter visita íntima.”</p>
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		<title>Câmara aprova segundo projeto de regulamentação da reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 13:13:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (13) o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS). O órgão será encarregado de administrar o IBS, tributo estadual a ser criado pela reforma tributária para substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal). Esse é o segundo projeto de regulamentação da reforma tributária. O primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/24), que regulamenta o IBS e a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS), foi aprovado pela Câmara em julho e aguarda agora a análise do Senado. Na Câmara, foi incluída no PLP 108/24 a cobrança do imposto sobre doações e causa mortis (ITCMD) de planos previdenciários PGBL e VGBL, que não estava prevista no texto original...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/ultimas">Câmara dos Deputados</a> aprovou nesta terça-feira (13) o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/24, que cria o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS). O órgão será encarregado de administrar o IBS, tributo estadual a ser criado pela reforma tributária para substituir o ICMS (estadual) e o ISS (municipal).</p>



<p>Esse é o segundo projeto de regulamentação da reforma tributária. O primeiro projeto de regulamentação da reforma tributária (PLP 68/24), que regulamenta o IBS e a Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS), foi aprovado pela Câmara em julho e aguarda agora a análise do Senado.</p>



<p>Na Câmara, foi incluída no PLP 108/24 a cobrança do imposto sobre doações e causa mortis (ITCMD) de planos previdenciários PGBL e VGBL, que não estava prevista no texto original enviado pelo governo federal.</p>



<p>O Comitê Gestor do IBS reunirá representantes de todos os entes federados para coordenar a arrecadação, a fiscalização, a cobrança e a distribuição desse imposto aos entes federados, elaborar a metodologia e o cálculo da alíquota; entre outras atribuições.</p>



<p>Segundo o texto, o CG-IBS será uma entidade pública sob regime especial, com independência orçamentária, técnica e financeira, sem vinculação a nenhum outro órgão público.</p>



<p>Agência Câmara</p>
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		<title>Caso Marielle: Irmãos Brazão prestam depoimento ao Conselho de Ética da Câmara nesta terça (16)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 16:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Marielle]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho de Ética]]></category>
		<category><![CDATA[Depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos Brazão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, investigados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, prestam depoimento ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (16). As oitivas, marcadas para as 14h, fazem parte da investigação que pode resultar na cassação do mandato do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). Chiquinho, atualmente detido na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS), e Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, preso na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO), são acusados de serem os mandantes do crime, ao lado do delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Os depoimentos serão realizados por videoconferência. A denúncia contra Chiquinho Brazão foi apresentada ao Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar devido...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, investigados pelo assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, prestam depoimento ao Conselho de Ética da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (16). As oitivas, marcadas para as 14h, fazem parte da investigação que pode resultar na cassação do mandato do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ).</p>



<p>Chiquinho, atualmente detido na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS), e Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, preso na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO), são acusados de serem os mandantes do crime, ao lado do delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Os depoimentos serão realizados por videoconferência.</p>



<p>A denúncia contra Chiquinho Brazão foi apresentada ao Conselho de Ética por quebra de decoro parlamentar devido ao seu suposto envolvimento no assassinato de Marielle Franco. A defesa de Chiquinho solicitou as oitivas dos irmãos como parte da construção do relatório da deputada Jack Rocha (PT-ES), relatora do caso, que deverá divulgar seu parecer em agosto, após o recesso parlamentar.</p>



<p>Além dos irmãos Brazão, prestarão depoimento nesta terça-feira:</p>



<div class="wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-1 wp-block-group-is-layout-flex">
<ul class="wp-block-list">
<li>Thiago Kwiatkowski Ribeiro, vice-presidente do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Carlos Alberto Lavrado Cupello, ex-deputado estadual.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Daniel Freitas Rosa, delegado da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.</li>
</ul>
</div>



<p>Na segunda-feira (15), o Conselho de Ética ouviu o delegado Rivaldo Barbosa, que negou qualquer envolvimento com os irmãos Brazão. Em seu depoimento, Barbosa afirmou: “Nunca falei com esses irmãos em minha vida, de nenhuma forma, seja profissional, política, religiosa ou de lazer. Não tenho qualquer ligação com eles”.</p>



<p>Os depoimentos desta terça-feira são aguardados com grande expectativa, uma vez que podem trazer novas informações sobre o assassinato de Marielle Franco.</p>
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		<title>Câmara aprova PEC que perdoa multas e cotas raciais de partidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 13:53:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas Raciais]]></category>
		<category><![CDATA[Multas]]></category>
		<category><![CDATA[Partidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (11), em dois turnos de votação, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para permitir o refinanciamento de dívidas tributárias de partidos políticos e de suas fundações, dos últimos cinco anos, com isenção total de multas e juros acumulados sobre os débitos originais, que passariam a ser corrigidos pela inflação acumulada. O texto, que é uma mudança constitucional, precisa ser aprovado por um mínimo de 308 deputados, em duas votações. Na primeira, foram 344 votos favoráveis, 89 contrários e 4 abstenções. Na segunda votação, foram 338 votos favoráveis e 83 contrários, com 4 abstenções. Agora, a análise segue para o Senado, que também precisa aprová-lo em duas votações, com mínimo de 49 votos dos 81 senadores. O Programa de Recuperação Fiscal (Refis) dos...</p>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (11), em dois turnos de votação, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para permitir o refinanciamento de dívidas tributárias de partidos políticos e de suas fundações, dos últimos cinco anos, com isenção total de multas e juros acumulados sobre os débitos originais, que passariam a ser corrigidos pela inflação acumulada.</p>



<p>O texto, que é uma mudança constitucional, precisa ser aprovado por um mínimo de 308 deputados, em duas votações. Na primeira, foram 344 votos favoráveis, 89 contrários e 4 abstenções. Na segunda votação, foram 338 votos favoráveis e 83 contrários, com 4 abstenções.</p>



<p>Agora, a análise segue para o Senado, que também precisa aprová-lo em duas votações, com mínimo de 49 votos dos 81 senadores.</p>



<p>O Programa de Recuperação Fiscal (Refis) dos partidos políticos aprovado permite o parcelamento de dívidas tributárias e não tributárias. Dívidas tributárias poderão ser divididas em até 180 meses, enquanto débitos com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em até 60 meses.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cotas raciais</strong></h3>



<p>O texto aprovado também anistia os partidos políticos que não cumpriram cotas de gênero ou raça nas eleições de 2022 e anteriores ou que tenham irregularidades nas prestações de contas. Segundo a PEC, fica proibida a aplicação de multas ou a suspensão do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha aos partidos que não tiveram o número mínimo de candidatas mulheres ou negros no pleito de 2022 e dos anos anteriores. As legendas também ficam isentas de punições por prestações de contas com irregularidades antes da promulgação da PEC.</p>



<p>Como forma de compensação, pela nova proposta, o valor não usado para cumprir as cotas raciais nos pleitos de 2022 deve financiar a candidatura de pessoas negras. A regra vale a partir de 2026 e nas quatro eleições subsequentes, mas se aplica “nas circunscrições que melhor atendam aos interesses e estratégias partidárias”.</p>



<p>Também foi estabelecida a destinação de 30% dos fundos para candidaturas de pretos e pardos valendo já para eleições municipais deste ano, bem como as seguintes.</p>



<p>Essa flexibilidade na aplicação de recursos para candidaturas de pessoas negras difere das regras atualmente em vigor, que não estão na Constituição Federal, mas seguem entendimento do Tribunal Superior Eleitoral(TSE) de que os recursos destinados a pessoas pretas e pardas deve ser proporcional ao número total de candidatos neste perfil no pleito.</p>



<p>A PEC da Anistia Partidária, como ficou conhecida, foi aprovada em uma sessão deliberativa híbrida, com Plenário esvaziado e a maioria dos deputados participando de forma remota.</p>



<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Com trava para alíquota, Câmara aprova regulamentação da reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 17:31:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Aprovação]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Regulamentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava para a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), inclui remédios na lista de produtos com imposto reduzido e amplia a cesta básica nacional com imposto zero. O texto será enviado para análise do Senado Federal. Por meio de um destaque, carnes (de qualquer tipo), peixes, queijos e sal foram incluídos na lista de alimentos com isenção. O destaque para isentar as carnes e as proteínas animais foi aprovado por 477 votos a favor, três contra e duas abstenções, após destaque do PL, principal partido de oposição. Apesar...</p>
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<p>Por 336 votos a favor, 142 contra e duas abstenções, a Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (10), o texto-base do primeiro projeto de lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo. A versão do texto inseriu uma trava para a alíquota do futuro Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), inclui remédios na lista de produtos com imposto reduzido e amplia a cesta básica nacional com imposto zero. O texto será enviado para análise do Senado Federal.</p>



<p>Por meio de um destaque, carnes (de qualquer tipo), peixes, queijos e sal foram incluídos na lista de alimentos com isenção. O destaque para isentar as carnes e as proteínas animais foi aprovado por 477 votos a favor, três contra e duas abstenções, após destaque do PL, principal partido de oposição.</p>



<p>Apesar de articulada pela bancada ruralista e pela indústria de alimentos, a isenção foi acatada pelo relator do projeto de lei, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e celebrada pela líder do PT na Câmara, deputada Benedita da Silva (RJ). “É o sonho do presidente Lula todo o tempo se colocando de que era muito importante que houvesse proteína na cesta básica das pessoas mais vulneráveis”, disse a parlamentar.</p>



<p>Pelo texto enviado pelo governo, as carnes estavam na lista de produtos com alíquota reduzida para 40% da alíquota original, pagando 10,6% em vez de 26,5%. Agora terão alíquota zero.</p>



<p>Antes das carnes e dos queijos, o relator tinha incluído, de última hora, óleo de milho, aveia e farinhas na cesta básica nacional, que não pagará IVA. Ele também incluiu pão de forma e extrato de tomate nos produtos com imposto reduzido. Antes da votação do destaque da carne, a Câmara derrubou dois destaques, um que buscava introduzir incentivos para a construção civil e outro que buscava incluir armas e munições na cobrança do Imposto Seletivo.</p>



<p>Lopes também aumentou a lista de medicamentos com alíquota reduzida para 40% da alíquota cheia. O texto original do governo previa uma lista de 343 princípios ativos com isenção de imposto e 850 com alíquota reduzida. O texto aprovado ampliou a lista de alíquotas reduzidas para todos os medicamentos com registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os medicamentos produzidos em farmácia de manipulação.</p>



<p>Atendendo à bancada feminina, o relator incluiu o Dispositivo Intrauterino (DIU), tipo de método anticoncepcional, na lista de dispositivos médicos com IVA reduzido. Anteriormente, Lopes tinha inserido itens de higiene menstrual, como absorventes, tampões higiênicos, coletores menstruais e calcinhas absorventes, na lista de produtos com de impostos, em vez de alíquota reduzida, como no projeto original.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cashback e imposto seletivo</strong></h3>



<p>O cashback, mecanismo de devolução de imposto à população mais pobre, também foi ampliado. O projeto original previa a devolução de 100% da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS, tributo federal) e 20% do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS, imposto estadual e municipal) na compra de gás; 50% da CBS e 20% do IBS no pagamento das contas de luz, de água e esgoto; e 20% da CBS e do IBS sobre os demais produtos. A versão aprovada eleva de 50% para 100% a devolução da CBS sobre as contas de energia elétrica, água, esgoto e gás natural.</p>



<p>Na última hora, o relator incluiu o carvão mineral na lista de produtos que pagarão o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos que fazem mal à saúde e ao meio-ambiente. Lopes, no entanto, estendeu a alíquota máxima de 0,25% para todos os minerais extraídos, não apenas ao minério de ferro, como constava no parecer anterior. A emenda constitucional fixa em 1% o limite para o Imposto Seletivo.</p>



<p>No relatório anterior, divulgado na semana passada, carros elétricos e apostas (físicas e on-line) tinham sido incluídas na lista de produtos com Imposto Seletivo. As armas e munições, no entanto, ficaram de fora, apesar de pressões de entidades da sociedade civil. Embora sejam movidos a diesel e tenham alto nível de poluição, os caminhões também não pagarão o tributo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alíquota travada</strong></h3>



<p>Na terça-feira (9), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a inclusão das carnes na lista de produtos isentos aumentaria o IVA em 0,53 ponto porcentual, o que faria a alíquota média passar de 26,5% para 27,03%, a maior do mundo parta esse tipo de imposto, superando a da Hungria, que cobra 27%. O Banco Mundial calcula um impacto de 0,57 ponto percentual.</p>



<p>Os deputados decidiram travar a alíquota em 26,5% a partir de 2033, quando acabar a transição dos tributos atuais para o IVA. Com a limitação do futuro imposto, o governo, perderá receitas no longo prazo. Segundo o texto aprovado, se a alíquota ultrapasse o teto, o governo seria obrigado a elaborar, em conjunto com o Comitê Gestor do IBS, um projeto de lei complementar com medidas para diminuir a carga tributária.</p>



<p>A trava é mais profunda que a instituída na emenda constitucional da reforma tributária, aprovada em dezembro do ano passado. A emenda à Constituição tem um teto para evitar o aumento da carga tributária do país (medida pela relação entre a arrecadação de impostos e o Produto Interno Bruto) na comparação com a carga atual, o que permitia ao Congresso criar exceções e regimes especiais, em troca do aumento da alíquota cheia, de 26,5%. A nova trava inserida na regulamentação limita a alíquota média do IVA, obrigando o governo a reduzir a carga tributária no futuro.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Planos de saúde e turismo</strong></h3>



<p>O texto aprovado também permite que as empresas recebam créditos tributários de planos de saúde coletivos previstos em convenção, prática vedada no projeto original. Outra inclusão foi a de planos de saúde de animais domésticos, com alíquota reduzida em 30%.</p>



<p>Os deputados também incluíram um mecanismo de devolução de tributos a turistas estrangeiros que comprarem produtos no Brasil e os embarcarem na bagagem. Esse sistema existe em diversos países, quando o valor total das mercadorias ultrapassa determinado valor.</p>



<p>A proposta aprovada passa a considerar improbidade administrativa a não devolução de créditos tributários (ressarcimento parcial de tributos que impede a cobrança em cascata) às empresas nos prazos estabelecidos. Nesses casos, o secretário da Receita Federal e o presidente do Comitê Gestor do IBS serão responsabilizados.</p>



<p>O projeto estabelece até 30 dias para o pagamento de créditos os contribuintes inscritos em programas de conformidade, até 60 dias para valores dentro da média mensal do contribuinte e até 180 dias para os demais casos (créditos acima ou abaixo da média mensal da empresa).</p>



<p>Agência Brasil</p>
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