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	<title>Arquivo de Estudo - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de Estudo - Notícias de Manaus</title>
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		<title>UEA revela primeiros resultados do monitoramento da qualidade da água do Rio Negro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 20:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) divulgou, nesta quarta-feira (13), os primeiros resultados de um estudo pioneiro que avalia a qualidade da água do rio Negro. A pesquisa faz parte da quarta expedição do Programa de Monitoramento de Água, Ar e Solos do Amazonas (ProQAS/AM), que, pela primeira vez, desenvolveu um índice específico para medir a qualidade da água no contexto amazônico, considerando tanto aspectos naturais como o impacto de atividades humanas. Durante 10 dias, a bordo do barco &#8220;Roberto Santos Vieira&#8221;, uma equipe de 13 pesquisadores e sete tripulantes percorreu trechos estratégicos da bacia do rio Negro. Foram coletados dados em 36 dos 66 pontos de monitoramento, definidos para análise detalhada de 164 parâmetros, desde o pH até a presença de metais e coliformes fecais. De acordo com...</p>
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<div>A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) divulgou, nesta quarta-feira (13), os primeiros resultados de um estudo pioneiro que avalia a qualidade da água do rio Negro. A pesquisa faz parte da quarta expedição do Programa de Monitoramento de Água, Ar e Solos do Amazonas (ProQAS/AM), que, pela primeira vez, desenvolveu um índice específico para medir a qualidade da água no contexto amazônico, considerando tanto aspectos naturais como o impacto de atividades humanas.</div>
<div></div>
<div>Durante 10 dias, a bordo do barco &#8220;Roberto Santos Vieira&#8221;, uma equipe de 13 pesquisadores e sete tripulantes percorreu trechos estratégicos da bacia do rio Negro. Foram coletados dados em 36 dos 66 pontos de monitoramento, definidos para análise detalhada de 164 parâmetros, desde o pH até a presença de metais e coliformes fecais.</div>
<div></div>
<div>De acordo com o coordenador do programa, Prof. Dr. Sergio Duvoisin Junior, os resultados são alarmantes. &#8220;Detectamos a presença de coliformes tolerantes em praticamente todos os pontos monitorados, indicando que a água, em sua maioria, não é própria para consumo&#8221;, informou. Ele ressaltou, entretanto, que, para banho, os níveis ainda são aceitáveis, desde que não ultrapassem certos limites. “Os dados mostram o impacto das atividades humanas, especialmente nas proximidades de áreas urbanas como Manaus e Barcelos”, explicou.</div>
<div></div>
<div>Em Manaus, foram monitoradas também as bacias do Tarumã Mirim, Tarumã Açu, São Raimundo, Educandos e Puraquequara. Segundo o pesquisador, as bacias do São Raimundo e Educandos apresentaram os piores índices de qualidade de água, reflexo direto do despejo de esgoto e de outras atividades urbanas não controladas. “Em alguns pontos do Mindu, a contagem de coliformes ultrapassa 3,5 milhões, muito acima do limite seguro para contato humano”, alertou Duvoisin.</div>
<div></div>
<h4>Impacto e Soluções para a Degradação das Bacias</h4>
<div>A pesquisa revela um cenário preocupante, mas também aponta soluções viáveis. “Com vontade política e recursos, é possível reverter esse quadro”, enfatizou o coordenador, apontando que dados técnicos como esses são essenciais para guiar ações efetivas de recuperação ambiental. &#8220;Temos uma dinâmica de águas que permite uma renovação nas bacias, o que facilita as ações de recuperação&#8221;, explicou.</div>
<div></div>
<h4>Parceria Internacional com a Universidade de Harvard</h4>
<div>Outro ponto importante do estudo envolve o monitoramento de metais pesados, como o mercúrio, cuja presença ainda é incerta devido à baixa sensibilidade dos equipamentos utilizados na atual pesquisa. Para aprimorar essa análise, a UEA anunciou uma parceria com a Universidade de Harvard. Com a chegada de novos equipamentos de alta sensibilidade, a próxima etapa do estudo buscará detectar traços de mercúrio, um contaminante grave para a saúde humana e o ecossistema, associado a atividades de garimpo ilegal.</div>
<div></div>
<div>A colaboração com Harvard também proporcionará intercâmbio de conhecimento entre alunos das duas universidades, promovendo avanços científicos na região amazônica e contribuindo para a formação de especialistas no monitoramento de metais pesados.</div>
<div></div>
<p>Com esses dados e a nova parceria, a <a href="http://www.uea.edu.br/">UEA</a> reforça a importância de uma abordagem científica robusta para a preservação ambiental na Amazônia, destacando que “não se protege o que não se conhece”. A divulgação desses resultados espera sensibilizar gestores públicos para ações concretas de proteção das águas do Amazonas, visando tanto a conservação ambiental quanto a saúde da população.</p>
</div>
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		<title>Manaus segue com médio risco para doenças causadas pelo Aedes Aegypti</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 20:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes Aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 1º Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) do ano de 2024, realizado no período de 17 a 29 de junho em Manaus, apontou que o município segue em Médio Risco para as doenças transmitidas pelo mosquito. Analisando os dados, juntamente com as notificações de casos suspeitos de dengue, zika e Chikungunya, o estudo apontou que 26 bairros estão em Alta Vulnerabilidade. Executado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), o Levantamento, que é feito duas vezes ao ano, foi realizado a partir da vistoria de 26.307 imóveis, selecionados por amostragem nos 63 bairros de Manaus. Com a análise dos dados, foi possível identificar o nível de infestação no município, que pode ser baixo, médio (compreende valores entre 1,0 e 3,9) ou alto. No momento da vistoria dos imóveis,...</p>
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<p>O 1º Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) do ano de 2024, realizado no período de 17 a 29 de junho em Manaus, apontou que o município segue em Médio Risco para as doenças transmitidas pelo mosquito. Analisando os dados, juntamente com as notificações de casos suspeitos de dengue, zika e Chikungunya, o estudo apontou que 26 bairros estão em Alta Vulnerabilidade.</p>



<p>Executado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), o Levantamento, que é feito duas vezes ao ano, foi realizado a partir da vistoria de 26.307 imóveis, selecionados por amostragem nos 63 bairros de Manaus. Com a análise dos dados, foi possível identificar o nível de infestação no município, que pode ser baixo, médio (compreende valores entre 1,0 e 3,9) ou alto.</p>



<p>No momento da vistoria dos imóveis, os agentes de saúde trabalharam na identificação, eliminação e tratamento de criadouros do mosquito Aedes aegypti, com ações de educação em saúde e a coleta de larvas que foram encaminhadas para análise em laboratório para identificação da espécie do mosquito. Os agentes de saúde também identificaram os tipos predominantes de depósitos que podem servir como criadouros do Aedes aegypti.</p>



<p>Com os dados obtidos no LIRAa nas zonas Norte, Sul, Leste e Oeste, agregado às informações sobre a ocorrência de casos notificados de zika, chikungunya e dengue, a Semsa elaborou um Mapa de Vulnerabilidade com as áreas prioritárias para a intensificação das ações de controle do mosquito no município de Manaus.</p>



<p>De acordo com o Mapa, houve a identificação de 26 bairros classificados como de Alta Vulnerabilidade: Japiim, Parque 10, Cachoeirinha, Adrianópolis, Flores, Petrópolis e Aleixo (zona Sul); Tarumã-Açú, Tarumã, Nova Esperança, Redenção, Alvorada, São Jorge, Compensa, Santo Antônio e São Raimundo (zona Oeste); Cidade Nova, Colônia Santo Antônio e Colônia Terra Nova (zona Norte); e Armando Mendes, Coroado, São José, Zumbi, Gilberto Mestrinho, Tancredo Neves e Jorge Teixeira (zona Leste).</p>



<p>Em Média Vulnerabilidade, foram classificados 22 bairros: Vila Buriti, Centro, Praça 14, Presidente Vargas, Nossa Senhora das Graças, Educandos, São Lázaro, São Geraldo (zona Sul); Ponta Negra, Santo Agostinho, Lírio do Vale, Planalto, Bairro da Paz e Glória; Cidade de Deus, Novo Aleixo, Novo Israel, Monte das Oliveiras e Nova Cidade (zona Norte); e Mauazinho, Colônia Antônio Aleixo e Puraquequara (zona Leste).</p>



<p>O Mapa aponta ainda 15 bairros classificados como Baixa Vulnerabilidade: Distrito Industrial 1, Morro Liberdade, Nossa Senhora de Aparecida, Betânia, Chapada, Colônia Oliveira Machado, Raiz, São Francisco, Crespo e Santa Luzia (zona Sul); Dom Pedro e Vila da Prata (zona Oeste); Santa Etelvina e Lago Azul (zona Norte); e Distrito Industrial 2 (zona Sul).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criadouros</strong></h3>



<p>O LIRAa também realizou o levantamento do Índice Breteau (IB), que indica o percentual de depósitos encontrados com focos de mosquitos, e que apresentou um índice de 2,6%. A análise dos dados mostrou que os depósitos que mais têm contribuído neste momento para a proliferação do mosquito Aedes aegypti em Manaus são os chamados Tipo B, que são os depósitos móveis, como vasos, frascos com água, pratos e bebedouros, que representaram 33,4% dos depósitos predominantes.</p>



<p>Em seguida, representando 27,2%, estão os depósitos Tipo A2, que são usados no armazenamento de água para consumo em nível de solo, como tambores, tonéis ou camburões, barris e tinas. Os recipientes Tipo D2, como lixo recipientes, garrafas, latas, ferro velho, apresentaram resultado de 26,6%.</p>



<p>Como os depósitos predominantes são encontrados principalmente no interior das residências, a participação efetiva da população é essencial nas ações de controle do Aedes, especialmente no que se refere à eliminação de criadouros, além da necessidade de envolvimento de outras instituições e secretarias municipais no trabalho de combate à proliferação do mosquito.</p>



<p>A partir dos dados consolidados do LIRAa e do Mapa de Vulnerabilidade, a Semsa realizou um planejamento para executar estratégias de prevenção e controle do Aedes aegypti, estabelecendo prioridades de atuação em cada território.</p>



<p>As ações incluem a mobilização para utilizar o checklist 10 Minutos contra o Aedes, que consiste na realização de vistoria semanal nos domicílios, feita pelos próprios moradores em um tempo médio de 10 minutos, para identificar e eliminar possíveis criadouros. Como o ciclo evolutivo do Aedes aegypti, do ovo ao mosquito adulto, leva de sete a dez dias, a vistoria semanal é suficiente para evitar a proliferação do mosquito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Casos</strong></h3>



<p>Dados do Sinan_ONLINE, do Ministério da Saúde, mostram que o município de Manaus registrou, este ano, sete casos confirmados de chikungunya, 19 casos confirmados de zika vírus e 2.285 confirmados de dengue.</p>
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