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	<title>Arquivo de IBGE - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de IBGE - Notícias de Manaus</title>
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		<title>Brasil tem 16,4 milhões de habitantes em favelas, aponta Censo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 17:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil tem 16,390 milhões de pessoas que moram em favelas e comunidades urbanas. Isso representa 8,1% do total de 203 milhões de habitantes no país, ou seja, de cada 100 pessoas, oito vivem nesses locais. Os dados fazem parte de um suplemento do Censo 2022, divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa apontou que há 12.348 favelas em 656 municípios Brasil afora. Os pesquisadores do IBGE consideram favelas e comunidades urbanas localidades com características como insegurança jurídica da posse, ausência ou oferta precária ou incompleta de serviços públicos, padrões urbanísticos fora da ordem vigente e ocupação de áreas com restrição ou de risco ambiental. Até o Censo anterior, de 2010, o instituto adotava a expressão “aglomerados subnormais” para se referir às favelas....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-reader-unique-id="1">O Brasil tem 16,390 milhões de pessoas que moram em favelas e comunidades urbanas. Isso representa 8,1% do total de 203 milhões de habitantes no país, ou seja, de cada 100 pessoas, oito vivem nesses locais. Os dados fazem parte de um suplemento do Censo 2022, divulgado nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://www.ibge.gov.br/">IBGE</a>). A pesquisa apontou que há 12.348 favelas em 656 municípios Brasil afora.</p>
<p data-reader-unique-id="2">Os pesquisadores do IBGE consideram favelas e comunidades urbanas localidades com características como insegurança jurídica da posse, ausência ou oferta precária ou incompleta de serviços públicos, padrões urbanísticos fora da ordem vigente e ocupação de áreas com restrição ou de risco ambiental.</p>
<p data-reader-unique-id="5">Até o Censo anterior, de 2010, o instituto adotava a expressão “aglomerados subnormais” para se referir às favelas. Em 2010, o IBGE tinha identificado 11,4 milhões de pessoas em 6.329 aglomerados subnormais, o que equivalia a 6% da população.</p>
<p data-reader-unique-id="12">Os pesquisadores advertem que é preciso cuidado ao fazer a comparação entre 2010 e 2022, pois nesse intervalo de tempo aconteceram melhorias tecnológicas e metodológicas na identificação dos recortes territoriais.</p>
<p data-reader-unique-id="15">A analista do IBGE Letícia de Carvalho Giannella explica que os avanços técnicos resultaram no mapeamento de áreas não identificadas anteriormente e no ajuste de limites. Dessa forma, ressalta ela, “a comparação entre o resultado das duas pesquisas apresenta limitações e não deve ser realizada de forma direta”.</p>
<p data-reader-unique-id="16">“Quando a gente olha a variação de população, o aumento de território, sem essa crítica, o que pode parecer como um simples crescimento demográfico pode ser fruto, na realidade, de uma melhoria do mapeamento, das condições de classificações dessas áreas”, completa.</p>
<h4 data-reader-unique-id="17"><strong data-reader-unique-id="18">Distribuição</strong></h4>
<p data-reader-unique-id="19">O IBGE detalhou que 43,4% dos moradores de favelas estão na região Sudeste. São 7,1 milhões. No Nordeste estão 28,3% (4,6 milhões); no Norte, 20% (3,3 milhões); no Sul, 5,9% (968 mil); e no Centro-Oeste, 2,4% (392 mil).</p>
<p data-reader-unique-id="20">O estado de São Paulo tem a maior população de residentes em favelas, 3,6 milhões, seguido por Rio de Janeiro (2,1 milhão) e Pará (1,5 milhão). Os três estados juntos respondem por 44,7% do total de habitantes de comunidades do país. A maior favela é a Rocinha, no Rio de Janeiro, com 72.021 moradores.</p>
<p data-reader-unique-id="22">Em proporção, o Amazonas tem a maior parcela de pessoas morando em favelas (34,7%). Isso equivale dizer que praticamente um em cada três moradores do estado vive em alguma comunidade.</p>
<p data-reader-unique-id="23">O Amapá aparece na sequência com proporção de 24,4%. Pará (18,8%), Espírito Santo (15,6%), Rio de Janeiro (13,3%), Pernambuco (12%), Bahia (9,7%), Ceará (8,5%), Acre (8,3%) e São Paulo (8,2%) completam a lista de estados em que a proporção é maior que a média nacional (8,1%).</p>
<p data-reader-unique-id="24">O Mato Grosso do Sul tinha a menor parcela de pessoas vivendo em favelas (0,6%), seguido por Goiás (1,3%) e Santa Catarina (1,4%).</p>
<h4 data-reader-unique-id="25"><strong data-reader-unique-id="26">Fenômeno urbano</strong></h4>
<p data-reader-unique-id="27">O Censo observou que nas 26 grandes concentrações urbanas do país – espécie de região metropolitana que tenha mais de 750 mil habitantes – viviam 83,6 milhões de pessoas. Dessas, 13,6 milhões residiam em favelas, ou seja, 16,2%, o dobro da proporção de todo o país (8,1%).</p>
<p data-reader-unique-id="28">O IBGE destaca também que os moradores das 26 grandes concentrações urbanas eram 41,2% do total da população brasileira, enquanto os moradores de favelas dessas regiões específicas somavam 82,6% do total de residentes em comunidades Brasil afora.</p>
<p data-reader-unique-id="29">De acordo com a analista Letícia Giannella, a comparação é uma demonstração de que as favelas são um fenômeno marcadamente urbano. “É um indicativo que mostra a concentração dessas áreas e dessas populações nas regiões mais urbanizadas”, pontua.</p>
<p data-reader-unique-id="30">As grandes concentrações urbanas com maior proporção de habitantes morando em comunidades eram Belém (57,1%), Manaus (55,8%), Salvador (34,9%), São Luís (33,2%), Recife (26,9%) e Vitória (22,5%). A concentração do Rio de Janeiro figurava na 11ª posição (14,8%); e a de São Paulo na 13ª (14,3%).</p>
<p data-reader-unique-id="31">Já as grandes concentrações urbanas com os percentuais mais baixos eram Campo Grande (0,9%), São José dos Campos/SP (1%), Goiânia (1,5%) e Sorocaba/SP (1,8%).</p>
<h4 data-reader-unique-id="39"><strong data-reader-unique-id="40">Domicílios</strong></h4>
<p data-reader-unique-id="41">O Censo 2022 identificou que 72,5% das favelas brasileiras tinham até 500 domicílios, enquanto 15,6% possuíam de 501 a 999, e 11,9% tinham mais de 1 mil domicílios.</p>
<p data-reader-unique-id="42">Ao todo, o IBGE contou 6,56 milhões de domicílios nas favelas brasileiras, o que representava 7,2% do total de lares do país. Desses, 5,56 milhões foram classificados como domicílios particulares permanentes ocupados (DPPO), onde moram 99,8% da população de favelas.</p>
<p data-reader-unique-id="43">A pesquisa mostra que o número médio de moradores dos domicílios em favelas era de 2,9 pessoas, levemente acima da média do total da população brasileira, 2,8. Em 2010, a média nas favelas era 3,5 pessoas; e a do país como um todo, 3,3.</p>
<p data-reader-unique-id="44">Os recenseadores identificaram que 96,1% dos domicílios em favelas são casas, incluindo as de vila ou em condomínios. No total da população brasileira, a proporção é de 84,8%.</p>
<p data-reader-unique-id="45">O IBGE coletou informações sobre as condições dos lares em favelas. Em relação ao abastecimento, identificou que 89,3% dos domicílios particulares permanentes ocupados tinham ligação com rede geral de distribuição. No total do país, esse percentual é menor, 87,4%.</p>
<p data-reader-unique-id="46">Os pesquisadores fazem a ressalva de que o total do país inclui áreas rurais, que podem dispor de formas próprias de abastecimento de água, esgotamento e coleta de lixo, fazendo com que números relativos a características dos domicílios das favelas sejam melhores que o do total nacional.</p>
<p data-reader-unique-id="47">Em relação ao esgotamento, 61,5% dos domicílios nas favelas tinham ligação com rede geral ou pluvial e fossa séptica ou filtro ligada à rede. No total do país, o percentual é de 65% nessas condições. Praticamente todos os lares em favelas (99%) tinham banheiro de uso exclusivo.</p>
<p data-reader-unique-id="48">Enquanto no total do país 83,1% dos lares possuem coleta de lixo no domicílio, nas favelas o percentual cai para 76%. Para outros 20,7%, a destinação do lixo é via depósito em caçambas.</p>
<h4 data-reader-unique-id="49"><strong data-reader-unique-id="50">Estabelecimentos</strong></h4>
<p data-reader-unique-id="51">As favelas brasileiras possuíam 958 mil estabelecimentos em 2022. A grande maioria, 616,6 mil, era classificada como “outras finalidades”, o que inclui atividades como comércio e serviço. Havia 50,9 mil estabelecimentos religiosos; 7,9 mil de ensino;  2,8 mil de saúde e 995 agropecuários. Cerca de 280 mil estavam em construção ou reforma.</p>
<p data-reader-unique-id="51">Agência Brasil</p>
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		<title>Mais de 53% dos lares de Manaus são chefiados por mulheres</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/mais-de-53-dos-lares-de-manaus-sao-chefiados-por-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2024 18:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com dados do Censo Demográfico de 2022, revela que em Manaus, 53,59% dos lares são chefiados por mulheres, o que representa 337.942 residências na capital amazonense. Em contraste, 46,41% dos domicílios (292.635) são liderados por homens. Os dados divulgados nesta sexta-feira (25) indicam que Manaus tem uma das maiores proporções de domicílios chefiados por mulheres no país. No contexto estadual, a distribuição entre os gêneros é mais equilibrada: 50,01% dos domicílios no Amazonas são liderados por mulheres (540.594 lares) e 49,99% por homens (540.470 lares). Esses números contrastam com a média nacional, onde a maioria dos domicílios é chefiada por homens, com uma proporção de 50,87%, enquanto 49,13% são liderados por mulheres. A pesquisa do IBGE destaca também que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento recente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), com dados do Censo Demográfico de 2022, revela que em Manaus, 53,59% dos lares são chefiados por mulheres, o que representa 337.942 residências na capital amazonense. Em contraste, 46,41% dos domicílios (292.635) são liderados por homens. Os dados divulgados nesta sexta-feira (25) indicam que Manaus tem uma das maiores proporções de domicílios chefiados por mulheres no país.</p>
<p>No contexto estadual, a distribuição entre os gêneros é mais equilibrada: 50,01% dos domicílios no Amazonas são liderados por mulheres (540.594 lares) e 49,99% por homens (540.470 lares). Esses números contrastam com a média nacional, onde a maioria dos domicílios é chefiada por homens, com uma proporção de 50,87%, enquanto 49,13% são liderados por mulheres.</p>
<p>A pesquisa do IBGE destaca também que os lares liderados por mulheres em Manaus tendem a ter mais pessoas: uma média de 3,4 moradores, enquanto os chefiados por homens possuem em média 3,11. Esse padrão se mantém no Amazonas como um todo, onde as casas lideradas por mulheres têm uma média de 3,73 moradores, frente a 3,54 nos lares chefiados por homens.</p>
<p>Ao analisar a faixa etária dos responsáveis, o IBGE mostra que no Amazonas o grupo de 40 a 59 anos tem, em média, 3,79 moradores por domicílio, seguido por responsáveis de 25 a 39 anos, com média de 3,72 pessoas por casa. Em Manaus, no entanto, são os responsáveis de até 17 anos que lideram, com 3,74 moradores em média, o que reflete um perfil familiar mais jovem na capital.</p>
<p>Outro destaque da pesquisa é a predominância de lares com três pessoas. Em Manaus, essa configuração é a mais comum, com 148.910 domicílios, seguida por lares com dois moradores (139.967) e quatro moradores (119.540). No Amazonas, lares com três moradores também lideram, totalizando 235.673, seguidos por casas com dois (211.758) e quatro moradores (203.691).</p>
<p>Na Região Norte, 1,2 milhão de lares possuem três moradores, enquanto no cenário nacional, as casas com dois moradores são as mais frequentes, somando 20,8 milhões.</p>
<p>Esses dados ressaltam a diversidade familiar em Manaus e no Amazonas, onde as mulheres desempenham um papel cada vez mais significativo na estrutura familiar e na chefia dos lares.</p>
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		<title>IBGE vai medir peso das bets nos gastos dos brasileiros</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/ibge-vai-medir-peso-das-bets-nos-gastos-dos-brasileiros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Bets]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os gastos de brasileiros com plataformas de apostas online, conhecidas como bets, serão medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2024/2025, que vai a campo a partir de 5 de novembro. O IBGE explica que os jogos de azar, como as loterias oficiais, já faziam parte da última edição da POF, que coletou dados entre 2017 e 2018. Naquela época, porém, as bets ainda não existiam no Brasil. Fenômeno de impacto crescente na economia brasileira, o gasto com esses jogos será medido pela primeira vez na POF 2024/2025. Segundo o IBGE, esta edição da POF também vai incluir um módulo que, de forma inédita, pesquisará o uso do tempo dos brasileiros. Desde 1970, a POF desenha a cesta de compras do brasileiro...</p>
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<p>Os gastos de brasileiros com plataformas de apostas online, conhecidas como bets, serão medidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2024/2025, que vai a campo a partir de 5 de novembro.</p>



<p>O IBGE explica que os jogos de azar, como as loterias oficiais, já faziam parte da última edição da POF, que coletou dados entre 2017 e 2018. Naquela época, porém, as bets ainda não existiam no Brasil. Fenômeno de impacto crescente na economia brasileira, o gasto com esses jogos será medido pela primeira vez na POF 2024/2025.</p>



<p>Segundo o <strong><a href="https://www.ibge.gov.br/">IBGE</a></strong>, esta edição da POF também vai incluir um módulo que, de forma inédita, pesquisará o uso do tempo dos brasileiros.</p>



<p>Desde 1970, a POF desenha a cesta de compras do brasileiro e atualiza a lista de gêneros de consumo que é referência para o cálculo do índice oficial de inflação do país, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Por meio de questionários bastante detalhados, o IBGE consegue saber quanto do orçamento das famílias é destinado a cada tipo de gasto, como alimentos, roupas, medicamentos ou passagens de ônibus, por exemplo.</p>



<p>Com esta pesquisa, o IBGE avalia as estruturas de consumo, de gastos, de rendimentos e parte da variação patrimonial das famílias, oferecendo um perfil das condições de vida da população a partir da análise dos orçamentos domésticos.</p>



<p>Além das informações diretamente associadas à estrutura orçamentária, várias características dos domicílios e das famílias são também investigadas, incluindo a autoavaliação subjetiva sobre qualidade de vida.</p>



<p>Agência Brasil</p>



<p><strong>Foto:</strong> <em>Shutterstock</em></p>
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		<title>Brasil registra 212,6 milhões de habitantes em julho de 2024, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 20:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Habitantes]]></category>
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		<category><![CDATA[População]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A população estimada do Brasil chegou a 212,6 milhões de habitantes, na data de referência de 1º de julho de 2024. O dado, divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), faz parte do estudo Estimativas da População 2024, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos. Dos 15 municípios com mais de 1 milhão de pessoas, 13 são capitais. “Ao todo, 42,7 milhões de habitantes estão nessas cidades, representando 20,1% do total do país”, informou o IBGE. Com 11,9 milhões de habitantes, São Paulo permanece como a cidade mais populosa do país. Na sequência vêm o Rio de Janeiro, com 6,7 milhões,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A população estimada do Brasil chegou a 212,6 milhões de habitantes, na data de referência de 1º de julho de 2024. O dado, divulgado nesta quinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://www.ibge.gov.br/">IBGE</a>), faz parte do estudo Estimativas da População 2024, um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.</p>



<p>Dos 15 municípios com mais de 1 milhão de pessoas, 13 são capitais. “Ao todo, 42,7 milhões de habitantes estão nessas cidades, representando 20,1% do total do país”, informou o IBGE.</p>



<p>Com 11,9 milhões de habitantes, São Paulo permanece como a cidade mais populosa do país. Na sequência vêm o Rio de Janeiro, com 6,7 milhões, Brasília, com 3 milhões, Fortaleza com 2,6 milhões e Salvador, com 2, 6 milhões de habitantes.</p>



<p>Os únicos municípios não capitais que aparecem na lista são Guarulhos (1,3 milhão) e Campinas (1,2 milhão), os dois em São Paulo. “Eles também são os municípios mais populosos entre os 26 municípios com mais de 500 mil habitantes que não são capitais. São Gonçalo (RJ) é o terceiro, com 961 mil”, informou o IBGE.</p>



<p>O censo mostra que 26 municípios têm menos de 1.500 habitantes. O menos populoso é Serra da Saudade (MG), com 854 habitantes. Anhanguera (GO) com 921 e Borá (SP), com 928, também são municípios que têm menos de 1 mil habitantes.</p>



<p>Nos estados com mais habitantes, 21,6% da população está em São Paulo, com 46 milhões, seguido de Minas Gerais, com 10% (21,3 milhões) e Rio de Janeiro, com 8,1% (17,2 milhões). As cinco unidades da federação com menos de 1% da população do país são Rondônia (0,8%), Tocantins (0,7%), Acre (0,4%), Amapá (0,4%) e Roraima (0,3%).</p>



<p>Na análise da população das regiões metropolitanas e regiões integradas de Desenvolvimento e Aglomerações Urbanas, o estudo mostrou que há 30 municípios com mais de 1 milhão de habitantes, concentrando mais de 100 milhões de pessoas. Mais uma vez a liderança é de São Paulo com 21,5 milhões. Na sequência ficaram Rio de Janeiro (12,9 milhões), Belo Horizonte (6 milhões), Distrito Federal e Entorno (GO/MG &#8211; 4,7 milhões), Fortaleza (4,2 milhões) e Porto Alegre (4,1 milhões).</p>



<p>A distribuição da população brasileira e dos municípios, conforme as classes de tamanho da população apontou que 65,7 milhões de pessoas, ou 30,9% do total, estão em 48 municípios com população maior que 500 mil habitantes, ou 0,9% dos municípios brasileiros. Cerca de 58 milhões (27,3%), estão nos 339 municípios com população entre 100 mil e 500 mil habitantes. O número representa 6,1% do total de municípios.</p>



<p>Para o gerente de Projeções e Estimativas Populacionais do IBGE, Marcio Minamiguchi, esse fenômeno reflete o processo de distribuição da população no território. “Embora atualmente os maiores centros urbanos já não apresentem o grande crescimento do passado, eles ainda possuem o peso demográfico que vem de um processo de concentração de algumas décadas. E ao longo dos anos, vários municípios acabaram superando a marca dos 500 mil habitantes”, explicou.</p>



<p>Já os municípios menos populosos, com até 5 mil habitantes, equivalem a 23,1% (1.288) das 5.570 cidades e concentram somente 2% da população (4,3 milhões).</p>



<h6 class="wp-block-heading">Estudo</h6>



<p>De acordo com o IBGE, o estudo Estimativas da População foi calculado com base nas Projeções da População do Brasil e Unidades da Federação, Revisão 2024, e nos totais populacionais dos municípios enumerados pelos censos demográficos 2010 e 2022.</p>



<p>Segundo Minamiguchi, houve um ajuste nas populações que passaram pelos dois últimos censos realizados pelo IBGE, e a cada ano as alterações de limites geográficos que ocorram entre os municípios são incorporadas nas estimativas municipais de população.</p>



<p>“As populações recenseadas nos municípios nos dois últimos censos foram ajustadas e serviram de base para o estabelecimento da tendência de crescimento da população para as Estimativas da População até a data de referência, em 1º de julho de 2024”, explicou.</p>



<p>Agência Brasil</p>
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