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	<title>Arquivo de Impostos - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de Impostos - Notícias de Manaus</title>
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		<title>Reforma tributária: Saiba os principais pontos e mudanças nos impostos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2025 13:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sancionada na quinta-feira (16) à tarde, a lei complementar que regulamenta a reforma tributária sobre o consumo simplificará a cobrança de impostos no país e será implementada gradualmente. A lei define diversos pontos que precisavam de regulamentação após a aprovação da emenda constitucional que reformulou o sistema tributário no país. As principais mudanças são a reorganização dos impostos sobre o consumo. No lugar dos cinco tributos atuais, haverá um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) de “natureza dual”, com uma parte administrada pela União e outra pelos estados e municípios. A parcela arrecadada pela União comporá a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que reunirá o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Os estados e município ficarão com o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sancionada na quinta-feira (16) à tarde, a lei complementar que regulamenta a <a href="https://noticiasdemanaus.com/lula-sanciona-reforma-tributaria-com-beneficio-fiscal-a-refinaria-da-amazonia/">reforma tributária</a> sobre o consumo simplificará a cobrança de impostos no país e será implementada gradualmente. A lei define diversos pontos que precisavam de regulamentação após a aprovação da emenda constitucional que reformulou o sistema tributário no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=1400&#038;ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=1400&#038;ssl=1" /></p>
<p>As principais mudanças são a reorganização dos impostos sobre o consumo. No lugar dos cinco tributos atuais, haverá um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) de “natureza dual”, com uma parte administrada pela União e outra pelos estados e municípios.</p>
<p>A parcela arrecadada pela União comporá a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que reunirá o Programa de Integração Social (PIS), a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Os estados e município ficarão com o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que agregará o Imposto sobre o Comércio de Mercadorias e Serviços (ICMS), de competência estadual, e o Imposto sobre Serviços (ISS), de competência municipal.</p>
<p>Embora a Constituição tenha estipulado a unificação desses tributos, era necessária uma regulamentação, para definir como se dará a mudança para o novo sistema. Além da unificação dos tributos, a reforma prevê o fim da cumulatividade, a cobrança em cascata, em que o mesmo tributo é cobrado em diversas etapas da cadeia produtiva, tanto sobre os insumos como sobre o produto final.</p>
<p>A regulamentação também trata da transição para o novo sistema. Em 2026, haverá uma fase de testes, com alíquotas de testes para a CBS e o IBS. De 2027 a 2033, as alíquotas sobem gradualmente, com os tributos atuais deixando aos poucos de ser cobrados.</p>
<p>A regulamentação da reforma tributária também definiu pontos como os produtos da cesta básica com alíquota zero, os setores da economia com isenção ou alíquota reduzida, os produtos com Imposto Seletivo (cobrado sobre bens que prejudicam a saúde e o meio ambiente) e a abrangência do <em>cashback</em> (devolução de impostos aos mais pobres).</p>
<p>A lei complementar também definiu 18 atividades por profissionais liberais que terão alíquota reduzida em 30%, a lista de medicamentos e itens de saúde com isenção ou redução de alíquota e uma trava para a alíquota-padrão de 26,5%.</p>
<h3><strong>Reforma Tributária &#8211; Entenda as mudanças</strong></h3>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Alimentos</strong></span></h4>
<p><strong>Cesta básica nacional, com alíquota zero</strong></p>
<p>•     Açúcar;</p>
<p>•     Arroz;</p>
<p>•     Aveias;</p>
<p>•     Café;</p>
<p>•     Carnes bovina, suína, ovina, caprina e de aves e produtos de origem animal (exceto foie gras)</p>
<p>•     Cocos;</p>
<p>•     Farinha de mandioca e tapioca;</p>
<p>•     Farinha de trigo;</p>
<p>•     Feijões;</p>
<p>•     Fórmulas infantis;</p>
<p>•     Grão de milho;</p>
<p>•     Leite fluido pasteurizado ou industrializado, na forma de ultrapasteurizado; leite em pó, integral, semidesnatado ou desnatado; e fórmulas infantis definidas por previsão legal específica;</p>
<p>•     Manteiga;</p>
<p>•     Margarina;</p>
<p>•     Massas alimentícias;</p>
<p>•     Mate;</p>
<p>•     Óleo de babaçu;</p>
<p>•     Pão francês;</p>
<p>•     Peixes e carnes de peixes (exceto salmonídeos, atuns, bacalhaus, hadoque, saithe e ovas e outros subprodutos);</p>
<p>•     Queijos tipo muçarela, minas, prato, queijo de coalho, ricota, requeijão, queijo provolone, queijo parmesão, queijo fresco não maturado e queijo do reino;</p>
<p>•     Raízes e tubérculos;</p>
<p>•     Sal.</p>
<p><strong>Alimentos com redução de 60% em relação à alíquota padrão</strong></p>
<p>•     Amido de milho;</p>
<p>•     Cereais não contemplados com alíquota zero;</p>
<p>•     Crustáceos (exceto lagostas e lagostim);</p>
<p>•     Extrato de tomate;</p>
<p>•     Farinha, grumos e sêmolas, de cereais; grãos esmagados ou em flocos, de cereais;</p>
<p>•     Fruta de casca rija regional, amendoins e outras sementes;</p>
<p>•     Leite fermentado, bebidas e compostos lácteos;</p>
<p>•     Massas alimentícias;</p>
<p>•     Mel natural;</p>
<p>•     Óleo de soja, de milho, canola e demais óleos vegetais (com exceção de óleo de babaçu, que está na cesta de 100%);</p>
<p>•     Pão de forma;</p>
<p>•     Polpas de frutas sem açúcar, edulcorantes e conservantes;</p>
<p>•     Produtos hortícolas, frutas e vegetais;</p>
<p>•     Sucos naturais de fruta ou de produtos hortícolas sem açúcar, edulcorantes e conservantes;</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Imposto Seletivo</strong></span></h4>
<p><strong>Alíquota extra sobre os seguintes produtos que prejudicam a saúde ou o meio-ambiente:</strong></p>
<p>•     Bebidas açucaradas;</p>
<p>•     Bebidas alcoólicas;</p>
<p>•     Bens minerais;</p>
<p>•     Concursos de prognósticos e fantasy sport;</p>
<p>•     Embarcações e aeronaves;</p>
<p>•     Produtos fumígenos (cigarros e relacionados);</p>
<p>•     Veículos.</p>
<p>Exportações de minérios estarão isentas de Imposto Seletivo.</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Cashback</strong></span></h4>
<p><strong>100% de devolução da CBS e de pelo menos 20% do IBS à população de baixa renda sobre:</strong></p>
<p>•     Água;</p>
<p>•     Botijão de gás;</p>
<p>•     Contas de telefone e internet;</p>
<p>•     Energia elétrica;</p>
<p>•     Esgoto.</p>
<p><strong>Demais produtos e serviços com devolução de 20% da CBS e do IBS.</strong></p>
<p>Devolução beneficiará população inscrita no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). No IBS, caberá aos estados e aos municípios definir se devolução será maior que 20%.</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Novos setores com redução da alíquota em 60%</strong></span></h4>
<p>•     Dispositivos de acessibilidade;</p>
<p>•     Ensino infantil, fundamental e médio;</p>
<p>•     Insumos agrícolas;</p>
<p>•     Itens de higiene pessoal, como sabões, escovas de dente e papel higiênico;</p>
<p>•     Produções nacionais artísticas, obras, eventos;</p>
<p>•     Serviços de saúde e dispositivos médicos.</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Profissionais liberais</strong></span></h4>
<p>Um total de 18 profissões regulamentadas pagarão 30% a menos de IVA. As atividades beneficiadas são as seguintes:</p>
<p>•     Administradores;</p>
<p>•     Advogados;</p>
<p>•     Arquitetos e urbanistas;</p>
<p>•     Assistentes sociais;</p>
<p>•     Bibliotecários;</p>
<p>•     Biólogos;</p>
<p>•     Contabilistas</p>
<p>•     Economistas;</p>
<p>•     Economistas domésticos;</p>
<p>•     Engenheiros e agrônomos;</p>
<p>•     Estatísticos;</p>
<p>•     Médicos veterinários e zootecnistas;</p>
<p>•     Museólogos;</p>
<p>•     Profissionais de educação física;</p>
<p>•     Profissionais de relações públicas;</p>
<p>•     Químicos;</p>
<p>•     Técnicos agrícolas;</p>
<p>•     Técnicos industriais;</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Trava para alíquota</strong></span></h4>
<p>Com inclusão de exceções para setores da economia e produtos, a alíquota-padrão do IVA subiu para 27,84%, segundo cálculos preliminares. Isso porque alíquotas menores para um segmento significa alíquota maior sobre os demais produtos.</p>
<p>A lei complementar institui um teto de 26,5% para a alíquota-padrão. Em 2031, uma avaliação estimará se as alíquotas finais do IVA, que entrarão em vigor em 2033, serão maiores que 26,5%. Caso positivo, o governo enviará um projeto para reduzir as exceções a setores e produtos, que precisará ser aprovado até o fim de 2032, para reequilibrar a alíquota-padrão em 26,5% em 2033.</p>
<p>A partir de 2033, haverá gatilhos automáticos para reduzir a carga tributária a cada vez que a taxa de referência ultrapassar 26,5%.</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Nanoempreendedor</strong></span></h4>
<p>Além do microempreendedor individual (MEI), regime criado em 2008 para beneficiar quem fatura até R$ 81 mil por ano, o Congresso criou a figura do nanoempreendedor, profissional autônomo que fatura até R$ 40,5 mil por ano (R$ 3.375 por mês). Esse limite equivale à metade do faturamento do MEI.</p>
<p>O nanoempreendedor poderá escolher entre ficar no Simples Nacional, regime simplificado para micro e pequenas empresas com taxação em cascata, ou migrar para o IVA, com alíquota maior, mas não cumulativo. Se migrar para o IVA, o nanoempreendedor deixará de contribuir para a Previdência Social.</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Aplicativos</strong></span></h4>
<p>O imposto sobre a receita bruta de motoristas de aplicativos ou entregadores incidirá apenas sobre 25% dos ganhos com corridas. Se esses 25% forem menores que R$ 40,5 mil por ano, o profissional de aplicativo também será enquadrado como nanoempreendedor.</p>
<h4><strong><span style="color: #800080;">Medicamentos</span></strong></h4>
<p>Todos os medicamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e fórmulas produzidas por farmácias de manipulação terão desconto de 60% na alíquota. Cerca de 400 princípios ativos para tratamentos graves terão alíquota zerada.</p>
<p>Alguns produtos médicos e serviços de saúde terão alíquota reduzida em 60%, como produtos de <em>home care</em> (cuidado de pacientes em casa), serviços de instrumentação cirúrgica e de esterilização. Medicamentos, vacinas e soros de uso veterinário também pagarão 60% a menos de imposto.</p>
<h4><strong><span style="color: #800080;">Planos de Saúde</span></strong></h4>
<p>Empresas poderão considerar como crédito de IBS e CBS planos de saúde comprados para funcionários.</p>
<p>Planos de saúde para animais domésticos terão redução de 30% na alíquota.</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Imóveis</strong></span></h4>
<p>Desconto de 50% na alíquota geral nas transações do mercado imobiliário.</p>
<p>Isenção de IVA para pessoas físicas com imóveis de aluguel, desde que renda das locações sejam menores que R$ 240 mil por ano e proprietários tenham menos de três imóveis alugados. Acima desses limites, o locador, inclusive pessoa física, terá de incluir o IVA sobre o cálculo do aluguel.</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Bares, hotéis, restaurantes e parques</strong></span></h4>
<p>Simplificação no cálculo do regime específico para esses setores, com alíquota reduzida em 40% e exclusão das gorjetas da base de cálculo. Venda de bebidas alcoólicas continua a pagar alíquota-padrão.</p>
<p>Como contrapartida, quem compra produtos ou serviços desses setores não poderá deduzir créditos da CBS e do IBS</p>
<h4><span style="color: #800080;"><strong>Refinaria da Amazônia</strong></span></h4>
<p>Presidente Luiz Inácio Lula da Silva não vetou artigo que incluía o setor de refino na Zona Franca de <a href="https://www.manaus.am.gov.br/">Manaus</a>. Incluído pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da lei complementar no Senado, esse ponto beneficiou uma única empresa na Região Norte, a Refinaria da Amazônia (Ream).</p>
<p>Segundo secretário extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, governo não vetou artigo para evitar que outras empresas fossem incluídas na Zona Franca.</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Copom aumenta juros básicos da economia pela primeira vez no governo Lula e impostos vão para 10,75% ao ano</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/copom-aumenta-juros-basicos-da-economia-pela-primeira-vez-no-governo-lula-e-impostos-vao-para-1075-ao-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Juros Básicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o Banco Central (BC) elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano. Em comunicado, o Copom justificou a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o Banco Central (<strong><a href="https://www.bcb.gov.br/">BC</a></strong>) elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro</p>



<p>A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.</p>



<p>Em comunicado, o Copom justificou a alta dos juros baseada nos seguintes fatores: resiliência na atividade econômica, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo (economia caminhando para consumir mais que a capacidade de produção), alta das estimativas para a inflação e desancoragem das expectativas de inflação. Em relação ao futuro, o texto foi vago sobre a intensidade e a duração do ciclo de alta dos juros.</p>



<p>“O ritmo de ajustes futuros na taxa de juros e a magnitude total do ciclo ora iniciado serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerão da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, informou o Copom.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Inflação</strong></h6>



<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, ficou negativo em 0,02%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a queda no preço da energia puxou o índice para baixo, mas o alívio na inflação é temporário.</p>



<p>As tarifas de luz subirão a partir de setembro por causa da bandeira tarifária vermelha. Além disso, a seca prolongada terá impacto no preço dos alimentos. Na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que o choque de oferta de alimentos não seja resolvido por meio de juros.</p>



<p>Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,24% em 12 meses, próximo do teto da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.</p>



<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o IPCA termine 2024 em 4%, mas a estimativa pode mudar por causa da alta do dólar e do impacto da seca prolongada sobre os preços. O próximo relatório será divulgado no fim de setembro.</p>



<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,35%, perto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,22%.</p>



<p>Pela primeira vez, o comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 4,3% em 2024, 3,7% em 2025 e 3,5% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.</p>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Crédito mais caro</strong></h6>



<p>O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central aumentou para 2,3% a projeção de crescimento para a economia em 2024, mas o número deve ser revisado após o crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre.</p>



<p>O mercado projeta crescimento bem melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,96% do PIB em 2024.</p>



<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>



<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>



<p>Agência Brasil</p>



<p><strong>Foto:</strong> <em>Pixabay</em></p>
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