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	<title>Arquivo de Plástico - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de Plástico - Notícias de Manaus</title>
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		<title>Brasil polui oceano com 1,3 milhão de toneladas de plástico por ano</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 19:00:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é o oitavo país do globo e o maior poluidor da América Latina quando o assunto é o descarte de plástico no oceano. São 1,3 milhão de toneladas lançadas anualmente revela o relatório Fragmentos da Destruição: impacto do plástico à biodiversidade marinha brasileira lançado nesta quinta-feira (17) pela Organização não Governamental (ONG) Oceana. Esse volume representa 8% desse tipo de poluição em todo o planeta. De acordo com o oceanólogo e diretor-geral da Oceana, Ademilson Zamboni, o estudo foi pensado como uma ferramenta para dimensionar o problema da poluição plástica no país e deve impulsionar uma transição que supere o desafio ambiental, econômico e social causado pelo modelo atual. “O plástico que polui nossos mares chega lá por conta de um modelo de produção e descarte que precisa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é o oitavo país do globo e o maior poluidor da América Latina quando o assunto é o descarte de plástico no oceano. São 1,3 milhão de toneladas lançadas anualmente revela o relatório Fragmentos da Destruição: impacto do plástico à biodiversidade marinha brasileira lançado nesta quinta-feira (17) pela Organização não Governamental (ONG) <a href="https://brasil.oceana.org/">Oceana</a>. Esse volume representa 8% desse tipo de poluição em todo o planeta.</p>
<p>De acordo com o oceanólogo e diretor-geral da Oceana, Ademilson Zamboni, o estudo foi pensado como uma ferramenta para dimensionar o problema da poluição plástica no país e deve impulsionar uma transição que supere o desafio ambiental, econômico e social causado pelo modelo atual. “O plástico que polui nossos mares chega lá por conta de um modelo de produção e descarte que precisa ser urgentemente substituído&#8221;.</p>
<h3><strong>Plástico no oceano</strong></h3>
<p>O impacto dessa poluição sobre os ecossistemas e até sobre a alimentação humana são algumas das evidências observadas pelos pesquisadores, que constataram a ingestão de plástico em 200 espécies marinhas, das quais 85% estão em risco de extinção. Desses animais, um em cada 10 morreu em decorrência de problemas como desnutrição e diminuição da imunidade após a exposição a compostos químicos nocivos às espécies, descreve o relatório.</p>
<p>A partir das bases de dados dos Projetos de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos e da Bacia de Campos, que reúne a análise de conteúdo estomacal de 12.280 aves, répteis e mamíferos marinhos, os pesquisadores encontraram, plástico em 49 das 99 espécies estudadas. As espécies mais contaminadas foram as tartarugas, com a presença de resíduos sólidos em 82,2% das amostras.</p>
<p>Na costa brasileira, a ingestão de plástico já foi registrada em todas as espécies de tartarugas marinhas, mas no caso específico das tartarugas-verdes, os pesquisadores constataram que o índice de ingestão entre os 250 indivíduos da espécie estudados é 70%, podendo chegar a 100% em algumas regiões.</p>
<p>Entre as espécies estudadas, também chama a atenção o índice de peixes amazônicos que continham plástico ou microplástico no sistema digestivo e nas brânquias: 98% das 14 espécies analisadas em riachos do bioma.</p>
<p>Assim como nos peixes, foi constatada contaminação nos moluscos como ostra e mexilhões, indicando, segundo os pesquisadores, o consumo alimentar dessas espécies como uma das vias contaminantes de seres humanos.</p>
<p>“A devastação do plástico na vida marinha segue em grandes proporções e não resta outra saída a não ser a diminuição do alto volume de resíduos despejado continuamente no mar”, destaca o relatório.</p>
<h3><strong>Legislação</strong></h3>
<p>Entre as recomendações ao Poder Público apontadas pelo grupo de pesquisadores, estão o investimento em pesquisa e desenvolvimento, a promoção de alternativas ao plástico com preços acessíveis e especialmente a construção de uma legislação específica que regule a produção da substância, em especial os plásticos descartáveis.</p>
<p>Agência Brasil</p>
<p><strong>Foto:</strong> <em>ONU/Martine Perret</em></p>
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		<title>Rios amazônicos recebem 182 mil toneladas de plástico por ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jul 2024 18:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Japu, pássaro preto de bico e cauda amarelos que habita boa parte das matas da América do Sul, tem usado novos materiais para construir seus ninhos: detritos plásticos. Pesquisa ainda não publicada conduzida pela Universidade Federal do Pará (UFPA) mostra que, regionalmente, 66,6% dos ninhos do japu contêm fibras emaranhadas e cordas plásticas. Este, no entanto, é apenas um dos problemas que o descarte inadequado do plástico tem causado na fauna amazônica. O material produzido pelo homem já pode ser encontrado em todo o bioma, em diferentes escalas. De acordo com José Eduardo Martinelli Filho, professor da UFPA, estima-se que sejam lançadas por ano 182 mil toneladas de plástico nas águas da Amazônia brasileira, o que a torna a segunda bacia hidrográfica mais poluída do mundo. Além do plástico...</p>
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<p>O Japu, pássaro preto de bico e cauda amarelos que habita boa parte das matas da América do Sul, tem usado novos materiais para construir seus ninhos: detritos plásticos. Pesquisa ainda não publicada conduzida pela Universidade Federal do Pará (UFPA) mostra que, regionalmente, 66,6% dos ninhos do japu contêm fibras emaranhadas e cordas plásticas. Este, no entanto, é apenas um dos problemas que o descarte inadequado do plástico tem causado na fauna amazônica. O material produzido pelo homem já pode ser encontrado em todo o bioma, em diferentes escalas.</p>



<p>De acordo com José Eduardo Martinelli Filho, professor da UFPA, estima-se que sejam lançadas por ano 182 mil toneladas de plástico nas águas da Amazônia brasileira, o que a torna a segunda bacia hidrográfica mais poluída do mundo. Além do plástico descartado nas crescentes cidades amazônicas, o bioma também recebe o resíduo gerado por países com rios a montante, como a Colômbia e o Peru.</p>



<p>“Costumamos ver muitos trabalhos científicos que mostram espécies de peixes ingerindo microplásticos. Mas em qualquer lugar da biota onde for procurado plástico, em diferentes escalas de tamanho, é possível encontrar esses poluentes”, avaliou o professor, à revista Fapesp.</p>



<p>Outro estudo realizado recentemente na universidade paraense identificou a retenção de microplásticos por plantas macrófitas aquáticas no rio Amazonas, por exemplo. Fontes de alimentação para diferentes espécies, o microplástico presente em tais plantas acaba passando ao longo da cadeia alimentar, contaminando diferentes animais. Isso sem falar na ingestão direta das micropartículas presentes na água.</p>



<p>A presença de plástico e microplástico em águas brasileiras foi tema de debate na 76ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que aconteceu durante toda esta semana, em Belém, no Pará.</p>



<p>Os pesquisadores presentes no evento salientaram que, na Amazônia, o problema da disposição inadequada do plástico é potencializado pelo saneamento precário, pelas dimensões da região e pela falta de estudos sobre o tema.</p>



<p>De acordo com dados apresentados por Martinelli Filho, 70% das cidades da Amazônia brasileira não possuem tratamento de água e apenas 2,6% dos municípios apresentam condições adequadas de saneamento básico.</p>



<p>“É difícil encontrar situações de saneamento adequado na Amazônia. Altamira, no Pará, por exemplo, tem só uma estação de tratamento de água, que não está recebendo todo o esgoto produzido pela cidade”, ponderou Martinelli.</p>



<p>Pesquisa limitada, falta de recursos, restrições metodológicas, falhas e falta de padronização, combinadas com as dimensões continentais da Amazônia, dificultam a coleta do conhecimento fundamental necessário para avaliar com segurança os impactos e implementar medidas de mitigação eficazes.</p>



<p><em>Por Cristiane Prizibisczki, do Portal <a href="https://oeco.org.br/">Eco</a>*</em></p>
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