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	<title>Arquivo de Subida - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de Subida - Notícias de Manaus</title>
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		<title>Após seca histórica, Rio Negro registra elevação de 20,56 metros em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 19:37:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As chuvas intensas que atingem o Amazonas nas últimas semanas têm acelerado a subida dos rios no estado. Em Manaus, o Rio Negro registrou 20,56 metros nesta segunda-feira (13), marcando um aumento de 50 centímetros em comparação ao mesmo dia de janeiro de 2024. Este aumento contrasta com a histórica seca do ano passado, quando o rio atingiu 12,11 metros, o menor nível em mais de 120 anos. A seca de 2024 trouxe mudanças significativas à paisagem e à rotina da região. O famoso Encontro das Águas teve seu visual alterado, a Praia da Ponta Negra foi fechada, e bancos de areia emergiram, dificultando a navegação. No Polo Industrial de Manaus, empresas precisaram adaptar sua logística com a instalação de um píer flutuante em Itacoatiara para garantir o transporte de...</p>
<p>O post <a href="https://noticiasdemanaus.com/apos-seca-historica-rio-negro-registra-elevacao-de-2056-metros-em-manaus/">Após seca histórica, Rio Negro registra elevação de 20,56 metros em Manaus</a> apareceu primeiro em <a href="https://noticiasdemanaus.com">Notícias de Manaus</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As chuvas intensas que atingem o Amazonas nas últimas semanas têm acelerado a subida dos rios no estado. Em Manaus, o Rio Negro registrou 20,56 metros nesta segunda-feira (13), marcando um aumento de 50 centímetros em comparação ao mesmo dia de janeiro de 2024. Este aumento contrasta com a histórica seca do ano passado, quando o rio atingiu 12,11 metros, o menor nível em mais de 120 anos.</p>
<p>A seca de 2024 trouxe mudanças significativas à paisagem e à rotina da região. O famoso Encontro das Águas teve seu visual alterado, a Praia da Ponta Negra foi fechada, e bancos de areia emergiram, dificultando a navegação. No Polo Industrial de Manaus, empresas precisaram adaptar sua logística com a instalação de um píer flutuante em Itacoatiara para garantir o transporte de insumos e produtos.</p>
<p>A estiagem também afetou diretamente a população, impactando mais de 800 mil pessoas em todo o Amazonas.</p>
<p>O Rio Negro voltou a subir em novembro, após um período de repiquete — fenômeno caracterizado por oscilações no nível da água — e agora apresenta uma elevação constante. Segundo o Porto de Manaus, apenas nas duas primeiras semanas de janeiro, o rio subiu 2,16 metros, o que representa uma média de 16 centímetros por dia. Entre os dias 4 e 6 de janeiro, foi registrado um aumento expressivo de 63 centímetros.</p>
<p>Em comparação, no mesmo período de 2024, o Rio Negro media 20,06 metros, com o maior aumento registrado em um único dia sendo de 15 centímetros.</p>
<h4>Turismo em alta</h4>
<p>No domingo (12), Manaus recebeu o primeiro cruzeiro da temporada, trazendo cerca de 1,3 mil turistas à cidade. Com a subida das águas, espera-se um aumento no número de visitantes à capital durante o período de cheia, aquecendo o turismo local.</p>
<h4>Situação no interior do estado</h4>
<p>Itacoatiara: Rio Amazonas atinge 7,19 metros;</p>
<p>Tabatinga: Rio Solimões registra 9,02 metros;</p>
<p>Coari: Rio Solimões está em 12,02 metros.</p>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta para chuvas intensas no Amazonas nesta terça-feira (14). A previsão é de precipitações entre 20 e 30 milímetros por hora, acompanhadas de ventos de até 60 km/h. Existe o risco de alagamentos, queda de galhos e problemas elétricos.</p>
<p>Recomenda-se à população que evite abrigar-se sob árvores, estacionar veículos próximos a torres ou placas e utilizar aparelhos eletrônicos conectados à tomada durante as tempestades.</p>
<p>Com a elevação constante dos rios e as previsões de chuvas, o Amazonas vive mais um capítulo de sua relação histórica com as águas, que tanto desafiam quanto sustentam a região.</p>
<p>As chuvas intensas que atingem o Amazonas nas últimas semanas têm acelerado a subida dos rios no estado. Em Manaus, o Rio Negro registrou 20,56 metros nesta segunda-feira (13), marcando um aumento de 50 centímetros em comparação ao mesmo dia de janeiro de 2024. Este aumento contrasta com a histórica seca do ano passado, quando o rio atingiu 12,11 metros, o menor nível em mais de 120 anos.</p>
<h4><strong>Impactos</strong></h4>
<p>A seca de 2024 trouxe mudanças significativas à paisagem e à rotina da região. O famoso Encontro das Águas teve seu visual alterado, a Praia da Ponta Negra foi fechada, e bancos de areia emergiram, dificultando a navegação. No Polo Industrial de Manaus, empresas precisaram adaptar sua logística com a instalação de um píer flutuante em Itacoatiara para garantir o transporte de insumos e produtos.</p>
<p>A estiagem também afetou diretamente a população, impactando mais de 800 mil pessoas em todo o Amazonas.</p>
<h4><strong>Subida do Rio Negro em 2025</strong></h4>
<p>O Rio Negro voltou a subir em novembro, após um período de repiquete — fenômeno caracterizado por oscilações no nível da água — e agora apresenta uma elevação constante. Segundo o Porto de Manaus, apenas nas duas primeiras semanas de janeiro, o rio subiu 2,16 metros, o que representa uma média de 16 centímetros por dia. Entre os dias 4 e 6 de janeiro, foi registrado um aumento expressivo de 63 centímetros.</p>
<p>Em comparação, no mesmo período de 2024, o Rio Negro media 20,06 metros, com o maior aumento registrado em um único dia sendo de 15 centímetros.</p>
<h4><strong>Turismo em alta</strong></h4>
<p>No domingo (12), Manaus recebeu o primeiro cruzeiro da temporada, trazendo cerca de 1,3 mil turistas à cidade. Com a subida das águas, espera-se um aumento no número de visitantes à capital durante o período de cheia, aquecendo o turismo local.</p>
<h4><strong>Situação no interior do estado</strong></h4>
<ul data-spread="false">
<li><strong>Itacoatiara</strong>: Rio Amazonas atinge 7,19 metros;</li>
<li><strong>Tabatinga</strong>: Rio Solimões registra 9,02 metros;</li>
<li><strong>Coari</strong>: Rio Solimões está em 12,02 metros.</li>
</ul>
<h4><strong>Alerta de chuvas intensas</strong></h4>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta para chuvas intensas no Amazonas nesta terça-feira (14). A <a href="https://portodemanaus.com.br/">previsão</a> é de precipitações entre 20 e 30 milímetros por hora, acompanhadas de ventos de até 60 km/h. Existe o risco de alagamentos, queda de galhos e problemas elétricos.</p>
<p>Recomenda-se à população que evite abrigar-se sob árvores, estacionar veículos próximos a torres ou placas e utilizar aparelhos eletrônicos conectados à tomada durante as tempestades.</p>
<p>Com a <a href="https://noticiasdemanaus.com/rio-negro-encerra-novembro-com-maior-nivel-de-subida-em-comparacao-a-2023/">elevação</a> constante dos rios e as previsões de chuvas, o Amazonas vive mais um capítulo de sua relação histórica com as águas, que tanto desafiam quanto sustentam a região.</p>
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		<title>Rio Negro encerra novembro com maior nível de subida em comparação a 2023</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/rio-negro-encerra-novembro-com-maior-nivel-de-subida-em-comparacao-a-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 15:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Comparação]]></category>
		<category><![CDATA[Nível]]></category>
		<category><![CDATA[Novembro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nível do rio Negro, medido no Porto de Manaus, fechou novembro de 2024 com uma marca de 14,37 metros, ligeiramente abaixo dos 14,48 metros registrados no mesmo período de 2023. Apesar disso, o aumento acumulado ao longo do mês foi consideravelmente maior este ano, atingindo 2,19 metros, enquanto no ano anterior a elevação foi de apenas 1,54 metros. O crescimento mais expressivo ocorreu entre os dias 12 e 18 de novembro, quando o rio subiu impressionantes 1,32 metros em apenas seis dias. Após esse período de alta intensa, o ritmo diminuiu, com elevações diárias variando entre um e três centímetros. No último dia do mês, o rio teve um aumento adicional de quatro centímetros. Já em dezembro, o rio Negro manteve a tendência de elevação. Nos dias 1º e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O nível do rio Negro, medido no Porto de Manaus, fechou novembro de 2024 com uma marca de 14,37 metros, ligeiramente abaixo dos 14,48 metros registrados no mesmo período de 2023. Apesar disso, o aumento acumulado ao longo do mês foi consideravelmente maior este ano, atingindo 2,19 metros, enquanto no ano anterior a elevação foi de apenas 1,54 metros.</p>
<p>O crescimento mais expressivo ocorreu entre os dias 12 e 18 de novembro, quando o rio subiu impressionantes 1,32 metros em apenas seis dias. Após esse período de alta intensa, o ritmo diminuiu, com elevações diárias variando entre um e três centímetros. No último dia do mês, o rio teve um aumento adicional de quatro centímetros.</p>
<p>Já em dezembro, o rio Negro manteve a tendência de elevação. Nos dias 1º e 2, o nível subiu mais oito centímetros, alcançando 14,45 metros. Segundo o Serviço Geológico Brasileiro (SGB/CPRM), o rio está atualmente a 1,3 metros de deixar o patamar de seca.</p>
<p>A recuperação do rio Negro está diretamente ligada à elevação dos níveis do rio Solimões, que alcançou 3,89 metros na estação de Tabatinga em 12 de dezembro. Nas estações de Fonte Boa, Itapéua, Beruri e Manacapuru, também foram registrados aumentos nos níveis dos rios. No entanto, essas localidades permanecem em condição de seca, o que ainda demanda atenção.</p>
<p>As autoridades continuam acompanhando de perto a <a href="https://portodemanaus.com.br/">evolução</a> do nível dos <a href="https://noticiasdemanaus.com/rio-negro-apresenta-recuperacao-gradual-chega-a-14-metros-e-deixa-nivel-de-seca-extrema/">rios</a>, especialmente devido aos impactos significativos que as variações podem causar na navegação, no abastecimento de comunidades ribeirinhas e na economia regional.</p>
<p>A expectativa é que a elevação do rio Negro prossiga nas próximas semanas, seguindo o padrão sazonal da região. Enquanto isso, especialistas do SGB/CPRM reforçam a importância de monitorar os indicadores para avaliar o alcance dos efeitos da recuperação hídrica em áreas ainda afetadas pela seca.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Rio Negro apresenta recuperação gradual, chega a 14 metros e deixa nível de seca extrema</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/rio-negro-apresenta-recuperacao-gradual-chega-a-14-metros-e-deixa-nivel-de-seca-extrema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 17:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
		<category><![CDATA[SGB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Rio Negro atingiu a marca de 14,18 metros nesta sexta-feira (22), saindo do patamar considerado de seca extrema, abaixo de 14,5 metros. Desde o início do processo de recuperação, o nível do rio subiu 2,07 metros, segundo o Serviço Geológico Brasileiro (SGB). Apesar da melhora, especialistas alertam que o ritmo de recuperação ainda é lento e as condições climáticas podem trazer instabilidade. Recuperação gradual De acordo com a superintendente do SGB, Jussara Cury, outros rios da região, como o Madeira, Purus e o Alto Rio Negro, também apresentam sinais de recuperação. “A configuração da bacia indica uma saída da fase de seca severa para a estabilidade dos níveis. No entanto, os prognósticos climáticos ainda sugerem certa instabilidade no retorno do período chuvoso”, afirmou. Impactos da seca histórica Neste ano,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Rio Negro atingiu a marca de 14,18 metros nesta sexta-feira (22), saindo do patamar considerado de seca extrema, abaixo de 14,5 metros. Desde o início do processo de recuperação, o nível do rio subiu 2,07 metros, segundo o Serviço Geológico Brasileiro (SGB). Apesar da melhora, especialistas alertam que o ritmo de recuperação ainda é lento e as condições climáticas podem trazer instabilidade.</p>
<h4>Recuperação gradual</h4>
<p>De acordo com a superintendente do <a href="https://www.sgb.gov.br/">SGB</a>, Jussara Cury, outros rios da região, como o Madeira, Purus e o Alto Rio Negro, também apresentam sinais de recuperação. “A configuração da bacia indica uma saída da fase de seca severa para a estabilidade dos níveis. No entanto, os prognósticos climáticos ainda sugerem certa instabilidade no retorno do período chuvoso”, afirmou.</p>
<h4>Impactos da seca histórica</h4>
<p>Neste ano, o Rio Negro atingiu o menor nível em mais de 120 anos de medições, marcando 12,11 metros no dia 12 de outubro. A estiagem severa alterou drasticamente a paisagem e a rotina da região, como no Encontro das Águas, em Manaus, onde bancos de areia emergiram e embarcações precisaram se afastar da orla.</p>
<p>A <a href="https://noticiasdemanaus.com/nivel-do-rio-negro-em-manaus-volta-a-cair-apos-sequencia-de-dias-em-subida/">seca</a> também impactou a economia local, obrigando indústrias do Polo Industrial de Manaus a instalar um píer flutuante em Itacoatiara para facilitar o transporte de mercadorias.</p>
<h4>Perspectivas</h4>
<p>O SGB reforça que, embora o processo de recuperação seja positivo, os níveis ainda estão longe de atingir a normalidade para o período. A Defesa Civil do Amazonas continua monitorando a situação, que permanece desafiadora para comunidades ribeirinhas e setores econômicos dependentes dos rios.</p>
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		<item>
		<title>Nível do Rio Negro em Manaus volta a cair após sequência de dias em subida</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/nivel-do-rio-negro-em-manaus-volta-a-cair-apos-sequencia-de-dias-em-subida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2024 14:21:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nível do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[Queda]]></category>
		<category><![CDATA[Repiquete]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nível do rio Negro registrou uma nova baixa nesta sexta-feira (25), após um período de 11 dias consecutivos de elevação nas águas do Porto de Manaus. Com a última medição marcando 12,46 metros em relação ao nível do mar, o fenômeno indica o início de uma vazante temporária, conhecida na Amazônia como &#8220;repiquete&#8221;. O repiquete é uma flutuação natural comum nos rios da região amazônica, caracterizada por pequenas subidas e descidas do nível das águas ao longo de um mesmo período, em resposta a mudanças sazonais e climáticas. Este movimento temporário de vazante ocorre enquanto o rio Negro ainda se recupera de uma das piores secas já registradas na história do Amazonas, em 2023, que foi a segunda maior desde o início dos registros. Esse fenômeno foi observado em...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O nível do rio Negro registrou uma nova baixa nesta sexta-feira (25), após um período de 11 dias consecutivos de elevação nas águas do Porto de Manaus. Com a última medição marcando 12,46 metros em relação ao nível do mar, o fenômeno indica o início de uma vazante temporária, conhecida na Amazônia como &#8220;repiquete&#8221;.</p>
<p>O repiquete é uma flutuação natural comum nos rios da região amazônica, caracterizada por pequenas subidas e descidas do nível das águas ao longo de um mesmo período, em resposta a mudanças sazonais e climáticas. Este movimento temporário de vazante ocorre enquanto o rio Negro ainda se recupera de uma das piores secas já <a href="https://portodemanaus.com.br/">registradas</a> na história do Amazonas, em 2023, que foi a segunda maior desde o início dos registros.</p>
<p>Esse fenômeno foi observado em 2021, quando o nível do rio Negro também experimentou uma subida temporária após uma cheia histórica, mas logo voltou a descer, destacando o caráter intermitente do repiquete na dinâmica dos rios amazônicos.</p>
<p>Embora o nível atual do rio ainda não tenha afetado significativamente o abastecimento de água na zona urbana de Manaus, as áreas rurais já enfrentam desafios para atender às necessidades diárias. Em algumas comunidades ribeirinhas, as famílias precisaram recorrer a poços artesianos, devido às dificuldades na captação de água para consumo e uso doméstico.</p>
<p>O governo estadual e municipal têm enviado suprimentos de água para as áreas rurais mais impactadas, buscando mitigar os efeitos da seca que persiste em algumas regiões. Em situações extremas de vazante, a redução do nível do rio Negro pode levar a cortes temporários no fornecimento de água em Manaus e, em alguns casos, à necessidade do uso de caminhões-pipa para abastecer bairros inteiros.</p>
<p>Com a proximidade do período de chuvas, especialistas acreditam que o nível do rio deve voltar a subir de forma mais consistente. No entanto, as oscilações continuam sendo um desafio para o abastecimento de água e a navegação na Amazônia, onde o impacto da seca de 2023 ainda é sentido.</p>
<p>As autoridades seguem monitorando o <a href="https://noticiasdemanaus.com/rio-negro-nao-registra-avanco-na-vazante-em-manaus-e-mantem-cota-de-1211-metros/">nível</a> do rio e o abastecimento de água para garantir que medidas sejam tomadas a tempo caso a baixa nos níveis persista.</p>
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		<item>
		<title>Dívida Pública sobe 1,02% em julho e ultrapassa R$ 7,1 trilhões</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/divida-publica-sobe-102-em-julho-e-ultrapassa-r-71-trilhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 15:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Pública]]></category>
		<category><![CDATA[DPF]]></category>
		<category><![CDATA[Julho]]></category>
		<category><![CDATA[Subida]]></category>
		<category><![CDATA[Ultrapassa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar do alto volume de vencimentos de títulos prefixados, a Dívida Pública Federal (DPF) subiu em julho e ultrapassou a marca de R$ 6,7 trilhões. Segundo números divulgados nesta sexta-feira (30) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 7,068 trilhões em junho para R$ 7,139 trilhões no mês passado, alta de 1,02%. Originalmente previsto para ser divulgado na quarta-feira (28), o relatório seria publicado em 4 de setembro, por causa da operação padrão dos servidores do Tesouro Nacional. No entanto, o documento foi divulgado na noite desta sexta porque, segundo o órgão, um normativo determinava a publicação até o último dia útil do mês. Mesmo com a alta em julho, a DPF continua dentro do previsto. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no fim de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Apesar do alto volume de vencimentos de títulos prefixados, a Dívida Pública Federal (DPF) subiu em julho e ultrapassou a marca de R$ 6,7 trilhões. Segundo números divulgados nesta sexta-feira (30) pelo <a href="https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br">Tesouro Nacional</a>, a DPF passou de R$ 7,068 trilhões em junho para R$ 7,139 trilhões no mês passado, alta de 1,02%.</p>



<p>Originalmente previsto para ser divulgado na quarta-feira (28), o relatório seria publicado em 4 de setembro, por causa da operação padrão dos servidores do Tesouro Nacional. No entanto, o documento foi divulgado na noite desta sexta porque, segundo o órgão, um normativo determinava a publicação até o último dia útil do mês.</p>



<p>Mesmo com a alta em julho, a DPF continua dentro do previsto. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no fim de janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2024 entre R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões.</p>



<p>A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 1%, passando de R$ 6,754 trilhões em junho para R$ 6,822 trilhões em julho. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 10,69 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis corrigidos pela Selic (juros básicos da economia). A dívida também subiu por causa da apropriação de R$ 57,12 bilhões em juros.</p>



<p>Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 10,5% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.</p>



<p>No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 139,6 bilhões em títulos da DPMFi. A maior parte desse total (R$ 98,83 bilhões) ocorreu para atender à demanda de títulos corrigidos pela Taxa Selic (juros básicos da economia). A emissão compensou os altos vencimentos de títulos prefixados que ocorrem no primeiro mês de cada trimestre.</p>



<p>No mês passado, venceram R$ 115,26 bilhões em papéis prefixados (com juros definidos no momento da emissão). Com o alto volume de vencimentos em julho, os resgates somaram R$ 131,94 bilhões, bem mais que o valor registrado em junho, quando os resgates tinham atingido R$ 12,34 bilhões.</p>



<p>No mercado externo, com a alta do dólar, a Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 1,28%, passando de R$ 313,61 bilhões em junho para R$ 317,63 bilhões no mês passado. O principal fator foi o avanço de 1,86% da moeda norte-americana no mês passado. O dólar começou a disparar em junho, influenciado pelo atraso no início da queda dos juros nos Estados Unidos. A alta só não foi maior por causa do vencimento de um título de R$ 3,089 bilhões no mercado internacional.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Colchão</h6>



<p>Pelo terceiro mês seguido, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) subiu. Essa reserva passou de R$ 1,032 trilhão em junho para R$ 1,105 trilhão no mês passado.</p>



<p>Atualmente, o colchão cobre 8,2 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de cerca de R$ 1,46 trilhão da DPF.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Composição</h6>



<p>Por causa das emissões de títulos vinculados à Selic, a proporção dos papéis corrigidos pelos juros básicos subiu fortemente, de 43,74%% em junho para 44,95% em julho. O PAF prevê que o indicador feche 2023 entre 40% e 44%. Esse tipo de papel atrai o interesse dos compradores por causa no nível alto da Taxa Selic. O percentual pode subir nos próximos meses por causa da perspectiva de alta nos juros básicos da economia.</p>



<p>O forte vencimento de títulos prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) mudou a composição da DPF. A proporção desses papéis caiu de 22,67% em junho para 21,33% em julho, abaixo do limite mínimo estabelecido pelo Tesouro. O PAF prevê que o indicador feche 2024 entre 24% e 28%.</p>



<p>Nos últimos meses, o Tesouro tinha voltado a lançar mais papéis prefixados. No entanto, a volta das instabilidades no mercado pode comprometer as emissões, porque esses títulos têm demanda maior em momento de estabilidade econômica.</p>



<p>A fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF subiu levemente, passando de 29,17% para 29,28%. O PAF prevê que os títulos vinculados à inflação encerrarão o ano entre 27% e 31%.</p>



<p>Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública subiu levemente, passando de 4,42% para 4,44%, motivado principalmente pelo vencimento do título da dívida externa. A dívida pública vinculada ao câmbio está dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2024, entre 3% e 7%.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Prazo</h6>



<p>O prazo médio da DPF subiu de 4,02 para 4,03 anos. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos.</p>



<h6 class="wp-block-heading">Detentores</h6>



<p>As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 30,7% de participação no estoque. Os fundos de pensão, com 23,1%, e os fundos de investimento, com 22%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.</p>



<p>Com as turbulências no mercado financeiro global, a participação dos não residentes (estrangeiros) caiu, de 9,8% em junho para 10% em julho. O indicador está no maior nível desde março deste ano. Os demais grupos somam 14,2% de participação.</p>



<p>Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).</p>



<p>Agência Brasil</p>
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