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	<title>Arquivo de Transporte Fluvial - Notícias de Manaus</title>
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	<title>Arquivo de Transporte Fluvial - Notícias de Manaus</title>
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		<title>Seca no Rio Madeira dificulta transporte fluvial e deixa balsa com 400 motos encalhada há mais de 40 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 20:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A seca extrema no Rio Madeira tem causado um impacto severo no transporte de cargas na região Norte, onde uma balsa com aproximadamente 400 motocicletas está encalhada há mais de 40 dias no trecho entre Manaus e Porto Velho, sem previsão de liberação. A embarcação deveria ter chegado no dia 24 de setembro, mas ficou presa em um banco de areia devido ao baixo nível das águas. Desde então, a distribuição dos veículos em Rondônia e Acre tem sido prejudicada. &#8220;Essas 400 motos encalhadas estão gerando transtorno para os clientes. Buscamos alternativas logísticas, mas a situação não tem sido fácil&#8221;, afirmou Natani Lima, gerente de uma das concessionárias que aguarda os veículos. Antes da seca, o transporte entre Manaus e Porto Velho durava cerca de 15 dias. O Rio Madeira...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A seca extrema no Rio Madeira tem causado um impacto severo no transporte de cargas na região Norte, onde uma balsa com aproximadamente 400 motocicletas está encalhada há mais de 40 dias no trecho entre <a href="http://manaus.am.gov.br">Manaus</a> e Porto Velho, sem previsão de liberação. A embarcação deveria ter chegado no dia 24 de setembro, mas ficou presa em um banco de areia devido ao baixo nível das águas.</p>
<p>Desde então, a distribuição dos veículos em Rondônia e Acre tem sido prejudicada. &#8220;Essas 400 motos encalhadas estão gerando transtorno para os clientes. Buscamos alternativas logísticas, mas a situação não tem sido fácil&#8221;, afirmou Natani Lima, gerente de uma das concessionárias que aguarda os veículos. Antes da seca, o transporte entre Manaus e Porto Velho durava cerca de 15 dias.</p>
<p>O Rio Madeira é uma das mais importantes rotas de transporte da região, essencial para o fluxo de cargas entre o Norte e outras regiões do país. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a hidrovia do Madeira possui mais de 1.000 km² de extensão navegável e é um dos principais corredores para produtos como grãos e combustíveis.</p>
<p>Desde julho, com o agravamento da <a href="https://noticiasdemanaus.com/dnit-intensifica-dragagem-no-rio-madeira-em-meio-a-maior-seca-ja-registrada/">seca</a>, as embarcações foram proibidas de navegar durante a noite e na manhã desta quarta-feira (30), o nível do rio no trecho indicado registrava apenas 76 centímetros, intensificando as dificuldades de navegação.</p>
<p>Em setembro, pela primeira vez na história, as operações do Porto de Porto Velho foram paralisadas. Armadores e operadores suspenderam suas atividades devido às condições de navegabilidade. Com o Madeira temporariamente “inavegável”, concessionárias foram forçadas a buscar rotas alternativas. O trajeto das motocicletas, antes feito pelo rio entre Manaus e Porto Velho, foi redirecionado para Belém e agora chega na capital de Rondônia pela BR-364.</p>
<p>Contudo, a mudança trouxe atraso nas entregas. “As motos que chegavam em 15 dias agora levam cerca de 25 dias, causando atrasos aos consumidores finais”, destacou Lima.</p>
<p>Até o momento, as balsas continuam paralisadas no Rio Madeira aguardando uma possível melhora no nível das águas.</p>
<p><em>*Com informações do portal G1</em></p>
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		<title>Seca histórica impacta transporte fluvial e reduz abastecimento em até 80% no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdemanaus.com/seca-historica-impacta-transporte-fluvial-e-reduz-abastecimento-em-ate-80-no-amazonas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Notícias de Manaus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2024 16:02:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
		<category><![CDATA[Redução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A seca histórica que atinge o Amazonas e a região Norte nos últimos anos tem gerado graves consequências para o transporte fluvial, essencial para a economia local. Desde o início do período de estiagem deste ano, o volume de cargas transportadas pelos rios foi reduzido em até 80%, de acordo com o Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Estado do Amazonas (Sindarma). A crise impacta diretamente o abastecimento de produtos essenciais em Manaus e nos municípios mais isolados. Na última semana, o Rio Negro atingiu um nível histórico de baixa, com apenas 12,66 metros de profundidade. O vice-presidente do Sindarma, Madson Nóbrega, alerta para o cenário preocupante. “Com a redução da profundidade dos rios, as embarcações tem que diminuir seu peso e a quantidade de produtos transportados para garantir...</p>
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<p>A seca histórica que atinge o Amazonas e a região Norte nos últimos anos tem gerado graves consequências para o transporte fluvial, essencial para a economia local. Desde o início do período de estiagem deste ano, o volume de cargas transportadas pelos rios foi reduzido em até 80%, de acordo com o Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial do Estado do Amazonas (Sindarma). A crise impacta diretamente o abastecimento de produtos essenciais em Manaus e nos municípios mais isolados.</p>



<p>Na última semana, o Rio Negro atingiu um nível histórico de baixa, com apenas 12,66 metros de profundidade. O vice-presidente do Sindarma, Madson Nóbrega, alerta para o cenário preocupante. “Com a redução da profundidade dos rios, as embarcações tem que diminuir seu peso e a quantidade de produtos transportados para garantir a navegação segura e evitar encalhar em bancos de areia. Desta forma, o volume transportado caiu em até 80%, o que encarece e limita as operações, afetando diretamente a distribuição em Manaus e em municípios mais afastados”, explicou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pirataria se intensifica</strong></h3>



<p>Além dos desafios logísticos, a estiagem agrava outro problema: o aumento da pirataria. Devido à baixa dos rios, as embarcações são forçadas a reduzir a velocidade e, em alguns casos, como no Rio Madeira, a navegação noturna foi proibida, aumentando a vulnerabilidade dos barcos. “A insegurança também cresce com a seca e o risco de ataques piratas aumentou significativamente nestes meses, especialmente porque a situação torna as embarcações mais vulneráveis. O risco surpresa está a favor deles e onde menos se espera, os ataques acontecem”, acrescentou Nóbrega.</p>



<p>O sindicato também revelou que as previsões para o fim da estiagem são incertas. Embora navegadores experientes apontem que o início precoce da seca poderia indicar uma recuperação mais rápida dos níveis dos rios, não há como confiar nessas previsões este ano. A situação continua crítica e sem uma solução definitiva à vista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Abastecimento em risco</strong></h3>



<p>Com a redução no volume de cargas transportadas, o abastecimento de produtos básicos em <strong><a href="https://www.manaus.am.gov.br/">Manaus</a></strong> e nos municípios mais afastados enfrenta um cenário preocupante. Produtos alimentícios, medicamentos e combustíveis estão entre os itens que podem sofrer maior impacto, conforme a situação persiste.</p>



<p>A seca histórica no Amazonas não afeta apenas a navegação, mas também gera um efeito em cadeia, com aumento de custos operacionais e, consequentemente, de preços ao consumidor final. A população ribeirinha, altamente dependente dos rios para transporte e subsistência, sente de forma ainda mais aguda os efeitos da crise hídrica.</p>



<p>As autoridades locais continuam em alerta, buscando soluções emergenciais para mitigar os impactos enquanto se aguarda a normalização do nível dos rios.</p>



<p><strong>Foto:</strong> <em>Defesa Civil do Amazonas</em></p>
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